Uma mulher de 23 anos de idade, casada, do lar e nuligesta,
iniciou atividade sexual há 3 anos, após casamento. No
momento, essa mulher está em tratamento para
condilomatose vulvar em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) e
apresenta boa evolução. Ela não mantém relações
extraconjuguais, seu marido é saudável e não tem histórico de
doença sexualmente transmissível (DST) e (ou) uso de drogas
injetáveis. Após aconselhamento, realizou sorologia para HIV e
o resultado foi positivo. Diante disso, foi solicitada pesquisa
sorológica para HIV em nova amostra sanguínea. A paciente
retorna hoje à UBS para conhecer o resultado. Ambas as
amostras foram processadas no mesmo laboratório e seus
resultados são apresentados nas figuras a seguir.
Nessa situação, que conduta deve ser adotada para a paciente?