João, 58 anos, hipertenso e diabético tipo 2, realiza acompanhamento mensal em uma Unidade Básica
de Saúde (UBS). Após revisão de sua farmacoterapia pelo farmacêutico clínico, identificou-se controle
pressórico inadequado e episódios de hipoglicemia. João relata tomar os medicamentos corretamente,
mas não consegue explicar os horários exatos. Durante o seguimento farmacoterapêutico, o
profissional decidiu utilizar um método estruturado, com fichas de acompanhamento, avaliação
sistemática da efetividade, segurança e adesão ao tratamento, além de intervenções documentadas e
monitoradas ao longo do tempo. Com base no caso apresentado e nos métodos de seguimento
farmacoterapêutico, segundo Bisson (2021), a abordagem utilizada pelo farmacêutico foi:
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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