Nas crianças de 5 a 6 anos, determinadas habilidades
do processamento fonológico são muito citadas na literatura
como qualidades preditoras para a aquisição da leitura e da
escrita. Assim, segundo Bradley e Bryant (1983), quando esses
indivíduos são avaliados por meio de provas de repetição de não
palavras, uma vez que esse tipo de avaliação diz respeito ao
armazenamento temporário do material verbal enquanto ocorrem
as tarefas de processamento da informação, faz-se referência à
habilidade específica chamada de: