A classificação do diabetes mellitus (DM) permite o
tratamento adequado e a definição de estratégias de
rastreamento de comorbidades e complicações
crônicas. A Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD)
recomenda a classificação baseada na etiopatogenia do
diabetes, que compreende o diabetes tipo 1 (DM1), o
diabetes tipo 2 (DM2), o diabetes gestacional (DMG) e
os outros tipos de diabetes. Outras classificações têm
sido propostas, incluindo classificação em subtipos de
DM levando em conta características clínicas como o
momento do início do diabetes, a história familiar, a
função residual das células beta, os índices de
resistência à insulina, o risco de complicações crônicas,
o grau de obesidade, a presença de autoanticorpos e
eventuais características sindrômicas. O DM1 é mais
comum em crianças e adolescentes. Apresenta
deficiência grave de insulina devido a destruição das
células ß, associada à autoimunidade. A apresentação
clínica é abrupta, com propensão à cetose e
cetoacidose, com necessidade de insulinoterapia plena
desde o diagnóstico ou após curto período. O DM2 é o
tipo mais comum. Está frequentemente associado à
obesidade e ao envelhecimento. Tem início insidioso e
é caracterizado por resistência à insulina e deficiência
parcial de secreção de insulina pelas células
ß,pancreáticas, além de alterações na secreção de
incretinas. Apresenta frequentemente características
clínicas associadas à resistência à insulina, como
acantose nigricans e hipertrigliceridemia.
Em relação a DM é correto afirmar:
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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