Durante o Brasil colônia, algumas cidades do Norte d...
Gabarito comentado
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Alternativa Correta: B - comprando pedra e cal.
Tema Central da Questão: Esta questão aborda a dinâmica econômica do Brasil Colônia, particularmente nas regiões que se dedicaram à monocultura da cana-de-açúcar, como o norte do país. Entender essa dinâmica é essencial para compreender como as cidades, como Olinda e áreas próximas, se envolviam em trocas comerciais para suprir suas necessidades básicas, incluindo materiais para construção.
Resumo Teórico: Durante o período colonial, muitas regiões brasileiras estavam focadas na produção de um único produto de exportação, a cana-de-açúcar, para atender o mercado europeu. Essa monocultura gerava uma dependência externa para outros produtos essenciais e materiais de construção. Olinda, por exemplo, era uma cidade rica em atividade açucareira e necessitava importar materiais de construção, como pedra e cal, para desenvolver sua infraestrutura. Esse tipo de dinâmica econômica é um reflexo da divisão do trabalho e da especialização econômica que caracterizava o Brasil colônia.
Justificação da Alternativa Correta: A alternativa B está correta porque Olinda, devido à sua especialização na produção de açúcar, não produzia materiais de construção em quantidade suficiente. Assim, precisava comprar pedra e cal de outras regiões para atender suas necessidades de construção, como a edificação de engenhos e outras estruturas importantes. Essa prática era comum, pois a produção de itens não diretamente relacionados ao açúcar era secundária.
Análise das Alternativas Incorretas:
A - vendendo gêneros alimentícios: Esta alternativa está incorreta porque Olinda, focada na produção de açúcar, não era autossuficiente em alimentos e, portanto, não era um centro de venda de gêneros alimentícios.
C - vendendo máquinas e ferramentas: Durante o período colonial, a fabricação de máquinas e ferramentas era muito limitada no Brasil, e Olinda não tinha capacidade para vender esses itens.
D - comprando gêneros alimentícios e escravos: Embora a compra de gêneros alimentícios fosse necessária, é importante destacar que a compra de escravos não está diretamente relacionada com as trocas entre Olinda e áreas próximas focadas na construção, como indicado na questão.
E - trocando escravos por máquinas e ferramentas: Esta alternativa está errada porque não reflete a realidade econômica e comercial da época. O comércio de escravos não envolvia a troca por máquinas e ferramentas, que eram escassas e geralmente importadas.
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Comentários
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BIZU:
OLINDA NÃO TEM PEDRA E CAL.
Durante os primeiros séculos, à medida que prosperava a Capitania de Pernambuco, aquela região (capitania de Itamaracá) contribuía com grande parte da pedra e da cal que iriam ser utilizadas nas construções de Olinda. Tudo transportado pelas embarcações que trafegavam através do canal.
Fonte: LIMA, Fátima; SILVA, Gláucia; SOUSA, Solange. Goiana Cidade Histórica. Goiana-PE: SECEDI, 2010, p. 14.
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