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Q3503118 Legislação de Trânsito
Durante o transporte de um paciente em estado grave com risco de vida, um motorista de UTI Móvel se depara com um grave acidente de trânsito envolvendo múltiplas vítimas. Neste momento, o motorista deve tomar uma decisão crucial sobre como proceder, considerando a legislação e os princípios éticos envolvidos. Em conformidade com as leis brasileiras e o Código de Ética dos profissionais envolvidos, qual deve ser a ação do motorista da UTI Móvel ao se deparar com a cena do novo acidente enquanto transporta um paciente grave?
Alternativas

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Tema central: O tema envolve a prioridade na condução de paciente em risco de vida por motorista de UTI Móvel diante de um novo acidente grave no trajeto. Explora o equilíbrio entre responsabilidade social, legislação de trânsito e ética dos profissionais de saúde.

Legislação aplicada: O Código de Ética Médica, especialmente o Art. 32: "É vedado ao médico: Deixar de usar todos os meios disponíveis de diagnóstico e tratamento, cientificamente reconhecidos e a seu alcance, em favor do paciente." Veja que a prioridade do profissional deve estar com o paciente sob seus cuidados, sobretudo em situações críticas. Ainda, o Art. 33 proíbe deixar de atender paciente em caso de urgência, reforçando essa obrigação.

Explicação do tema: Para o motorista da UTI Móvel, a prioridade absoluta é garantir a vida do paciente já sob seus cuidados. No contexto de concursos, é fundamental identificar quem detém a maior urgência e quem está sob responsabilidade direta da equipe.

Exemplo prático: Imagine um paciente com risco de parada cardiorrespiratória dentro da UTI móvel em traslado. Se a ambulância parar para atender outro sinistro, essa pessoa pode morrer em minutos, enquanto outras formas de socorro podem chegar às vítimas do novo acidente.

Análise das alternativas:

Alternativa D (correta): Continuar o transporte do paciente grave para o hospital, informando as autoridades sobre o novo acidente. Isso é respaldado pelo Código de Ética Médica e por princípios legais de responsabilidade e prioridade ao atendimento continuado.

Demais alternativas (incorretas):

A) Parar e assumir todas as vítimas contraria o dever principal de salvar quem já está sob cuidados diretos, podendo levar à negligência.

B) A transferência do paciente só seria possível se comprovadamente houvesse outra equipe disponível e preparada, o que raramente ocorre em prática e não é previsto na legislação como obrigação direta do motorista.

C) O consentimento do paciente não altera a responsabilidade técnica e legal da equipe de transporte na urgência, sendo equivocada essa transferência de decisão ao paciente.

Pegadinha comum: Fique atento: a empatia com as novas vítimas não pode sobrepor a responsabilidade com quem já está sob cuidados – este é o princípio chave que as bancas costumam testar!

Resumo: A prioridade é sempre continuar o atendimento ao paciente crítico já em transporte, mantendo as autoridades informadas.

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