"A criança não é cera mole que pudéramos amoldar. Ela
tem capacidades, necessidades, gostos intelectuais,
curiosidades, 'uma energia criadora e assimiladora'.
Quer-se que esta energia possa 'manifestar-se de dentro
para fora', e por isso 'cumpre que o adulto evite as
intervenções intempestivas de fora para dentro'. Tal é,
pois, a imperiosa alternativa para onde somos levados a
situar o debate entre os partidários da velha escola e os
do novo ideal educativo: a primeira age 'de fora para
dentro'; e o segundo quer um desabrochar 'de dentro
para fora'".
Fonte (adaptada): BLOCH, Filosofia da Educação Nova. São Paulo: Companhia Editora
Nacional, 1951, p.35-36.
A partir do excerto acima é possível concluir que: