O diabete melito tipo 2 (DM2) ocorre por perda progressiva de secreção adequada de insulina, geralmente
secundária à resistência insulínica e à síndrome metabólica, além de deficiência parcial de secreção de insulina pelas
células ß pancreáticas e por alterações na secreção de incretinas. Essa condição clínica é caracterizada por
hiperglicemia crônica e corresponde de 90 a 95% de todos os casos de diabete melito (DM), o que determina a
necessidade de estabelecer um rastreamento dessa condição clínica como uma importante estratégia de saúde
pública para a prevenção de desfechos desfavoráveis.