J.R.S., 44 anos, professor, com diagnóstico de transtorno d...
Ao ser questionado ativamente, o paciente revela ter pensado em formas de tirar a própria vida, já pesquisou sobre um método específico, e chegou a comprar parte do material necessário para execução do plano, embora afirme não ter ainda uma data definida. Nega tentativas de suicídio prévias. Diz que o que ainda o “segura” é o amor que tem pelos filhos e o mau exemplo que daria a seus alunos. Ao final da consulta, ele concorda em entregar o material adquirido aos familiares.
A conduta mais adequada é