Uma das maiores críticas que especialistas endereçaram ao go...

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Q307703 Atualidades
Com relação à recente crise de energia ocorrida no Brasil e ao que informa o texto, julgue o item seguinte. 

Mortes por atropelamento sobem no período de redução da iluminação

As mortes por atropelamento dispararam em municípios que reduziram a iluminação das ruas no racionamento de energia elétrica, encerrado anteontem. Os dados mostram uma inversão na tendência de queda das mortes desde a implantação do CTB, em 1998, exceto em municípios que criaram alternativas para minimizar a falta de iluminação e na região Sul do país. 
Os dados disponíveis comprovam aquilo que os especialistas previam, já que mais da metade dos atropelamentos ocorrem à noite. Mas as medidas atenuantes, em geral, não foram tomadas. O racionamento foi instituído em 21/5/2001. A partir dessa data, as prefeituras tiveram um prazo até 30 de junho para reduzir em 35% a carga de energia da iluminação pública.


Uma das maiores críticas que especialistas endereçaram ao governo brasileiro, quando do reconhecimento de que o país passava por grave crise energética, diz respeito à falta de investimento no setor, especialmente no que se refere à construção de linhas de transmissão de energia.
Alternativas

Comentários

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ONDE diz linhas de transmissão ? Não concordo com o gabarito, mas fazer o que, né ?

 

Israel, essa questão não é só de português. Acredito que a CESPE tenha misturado nessa época vários assuntos.

Acredito que isso dai seria Atualidades e não Português. Por isso o Gabarito "certo"

Com relação à recente crise de energia ocorrida no Brasil e ao que informa o texto, julgue o item seguinte. 
 

  

  

A pergunta não se restringe ao texto.

  

Gab. Certo.

Uma das principais críticas feitas por especialistas ao governo brasileiro, no momento em que a crise energética de 2001 foi reconhecida, dizia respeito à falta de investimentos no setor elétrico, em especial na expansão da rede de transmissão.

Estudos técnicos e relatórios do Senado apontaram que, desde meados da década de 1990, a oferta de energia não acompanhava o crescimento da demanda.

Embora houvesse geração disponível em algumas regiões, como no Sul, a precariedade da rede impedia o transporte para áreas em déficit, como o Sudeste.

Isso evidenciava que os gargalos de transmissão eram um ponto estrutural da crise.

O primeiro leilão relevante de linhas de transmissão só ocorreu em 1999, o que atrasou obras essenciais, como a interligação Ibiúna-Bateas.

Documentos oficiais mostram que entre 1998 e 2001 foram licitados cerca de 9.500 km de linhas, investimento considerado insuficiente para suprir a necessidade do sistema.

O próprio consultor legislativo do Senado, Omar Abbud, declarou em 2001 que o déficit de investimentos foi um dos principais fatores que levaram ao racionamento.

Além disso, a crise demonstrou a fragilidade do planejamento de longo prazo e a dependência excessiva da matriz hidrelétrica.

A crítica de que o governo falhou em investir adequadamente, sobretudo na transmissão de energia, é correta e foi central na avaliação das causas do “apagão” de 2001.

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