A práxis cotidiana do agente de trânsito, exercida em
meio a cenários marcados por imprevisibilidade,
multiplicidade de estímulos e vulnerabilidade física,
demanda não apenas competência técnica, mas
sobretudo adesão rigorosa aos ditames da higiene e
segurança laboral. A interação contínua com
intempéries, agentes nocivos e sobrecargas
biomecânicas evidencia que a autopreservação, nesse
contexto, transcende o plano da individualidade,
configurando obrigação funcional e projeção direta do
princípio da eficiência administrativa.
À luz dessa moldura, aponte a alternativa
INCORRETA.