Acerca das doenças do esôfago, analise as assertivas a segui...
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Ano: 2024
Banca:
FUNDATEC
Órgão:
Prefeitura de Segredo - RS
Prova:
FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Segredo - RS - Médico |
Q3356617
Medicina
Acerca das doenças do esôfago, analise as assertivas a seguir e assinale V, se
verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Na Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE) com presença de sintomas típicos, porém sem presença de tosse crônica e rouquidão, é recomendável a investigação complementar para confirmar DRGE e/ou descartar outras doenças antes de iniciar tratamento empírico.
( ) A Endoscopia Digestiva Alta (EDA) identifica lesões em somente 30 a 40% dos pacientes com DRGE e, portanto, tem baixa sensibilidade diagnóstica.
( ) O epitélio de Barrett é um fator de risco importante para adenocarcinoma do esôfago, sendo sua vigilância recomendada de acordo com endoscopia inicial com biópsia. Se as biópsias iniciais não mostrarem displasia, recomenda-se monitorização de 3-5 anos.
( ) A acalasia crônica caracteriza-se por dilatação progressiva e deformidade sigmoide do esôfago com hipertrofia do Esfíncter Esofagiano Inferior (EEI), e é diagnosticada com alta especificidade (>80%) pela EDA.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
( ) Na Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE) com presença de sintomas típicos, porém sem presença de tosse crônica e rouquidão, é recomendável a investigação complementar para confirmar DRGE e/ou descartar outras doenças antes de iniciar tratamento empírico.
( ) A Endoscopia Digestiva Alta (EDA) identifica lesões em somente 30 a 40% dos pacientes com DRGE e, portanto, tem baixa sensibilidade diagnóstica.
( ) O epitélio de Barrett é um fator de risco importante para adenocarcinoma do esôfago, sendo sua vigilância recomendada de acordo com endoscopia inicial com biópsia. Se as biópsias iniciais não mostrarem displasia, recomenda-se monitorização de 3-5 anos.
( ) A acalasia crônica caracteriza-se por dilatação progressiva e deformidade sigmoide do esôfago com hipertrofia do Esfíncter Esofagiano Inferior (EEI), e é diagnosticada com alta especificidade (>80%) pela EDA.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: