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Q831269 Redação Oficial
O Manual de Redação da Presidência da República foi criado com a finalidade de oferecer subsídios aos gestores para consolidar uma cultura administrativa de profissionalização dos servidores públicos e para sistematizar e padronizar comunicações oficiais nos seus aspectos essenciais. Uma das características mais importantes das comunicações públicas é a impessoalidade, que se caracteriza por
Alternativas

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Alternativa correta: E - ausência de impressões individuais de quem comunica.

Tema central da questão: A questão aborda a impessoalidade nas comunicações oficiais, um dos princípios basilares do Manual de Redação da Presidência da República. Esse princípio garante que os documentos públicos não reflitam opiniões ou sentimentos pessoais do servidor, mas sim a posição institucional do órgão.

Resumo teórico: Segundo o Manual de Redação da Presidência da República (2023), a impessoalidade é fundamental para garantir que a comunicação oficial seja clara, objetiva e neutra. Todo documento deve ser produzido em nome da instituição, e não do autor, evitando expressões individuais ou qualquer manifestação de cunho pessoal. Assim, preserva-se a confiança, a transparência e a profissionalização nas relações administrativas.

Justificativa da alternativa correta (E): A impessoalidade é justamente a ausência de impressões individuais de quem comunica. Isso significa que o texto oficial nunca deve expressar preferências, opiniões ou sentimentos pessoais, mas sempre transmitir a vontade e o posicionamento do órgão público. Essa característica está claramente explicitada no Manual de Redação da PR e também se relaciona ao princípio constitucional da impessoalidade (art. 37 da Constituição Federal).

Análise das alternativas incorretas:

  • A - exigir o uso do padrão culto da língua.
    Errado: Embora o uso do padrão culto seja obrigatório, isso não define a impessoalidade, e sim a formalidade e clareza dos textos oficiais.
  • B - parcialidade de quem recebe a comunicação.
    Errado: Impessoalidade refere-se a quem comunica, não a quem recebe. Além disso, neutralidade deve prevalecer nas duas pontas.
  • C - uso da linguagem técnica em todas as situações.
    Errado: Linguagem técnica só deve ser usada quando necessário para o contexto. Não é uma exigência da impessoalidade.
  • D - não haver necessidade de formalidade de tratamento.
    Errado: Pelo contrário, a formalidade é essencial nos textos oficiais, inclusive para garantir impessoalidade.

Estratégias de interpretação: Fique atento a palavras-chave, como “impessoalidade”, e desconfie de alternativas que desviam o foco do conceito central. Sempre relacione com os princípios constitucionais e as diretrizes do Manual de Redação.

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Comentários

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Essa é pra animar na prova, você pensa: "vou cabaritar" ai so vem pedreira kkkkk...

Resposta E

1. PECULIARIDADES DA REDAÇÃO OFICIAL

1.1. Impessoalidade A redação oficial deve ser isenta da interferência da individualidade. O tratamento impessoal que deve ser dado aos assuntos que constam das comunicações oficiais decorre:

Letra A) exigir o uso do padrão culto da língua. está certa mais não é o mais importante... 

#questãoclassica #TJAL

Resposta: E.

Impessoalidade se refere à ausência de impressões individuais de quem comunica.

GABARITO: LETRA E

A redação oficial é elaborada sempre em nome do serviço público e sempre em atendimento ao interesse geral dos cidadãos. Sendo assim, os assuntos objetos dos expedientes oficiais não devem ser tratados de outra forma que não a estritamente impessoal. Percebe-se, assim, que o tratamento impessoal que deve ser dado aos assuntos que constam das comunicações oficiais decorre:

a) da ausência de impressões individuais de quem comunica: embora se trate, por exemplo, de um expediente assinado por Chefe de determinada Seção, a comunicação é sempre feita em nome do serviço público. Obtém-se, assim, uma desejável padronização, que permite que as comunicações elaboradas em diferentes setores da administração pública guardem entre si certa uniformidade;

b) da impessoalidade de quem recebe a comunicação: ela pode ser dirigida a um cidadão, sempre concebido como público, ou a uma instituição privada, a outro órgão ou a outra entidade pública. Em todos os casos, temos um destinatário concebido de forma homogênea e impessoal; e c) do caráter impessoal do próprio assunto tratado: se o universo temático das comunicações oficiais se restringe a questões que dizem respeito ao interesse público, é natural não caber qualquer tom particular ou pessoal.

FONTE:  MANUAL DE REDAÇÃO DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA 3ª EDIÇÃO.  

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