Nestes versos há uma linguagem coloquial com marcas de ora...
Respeita Januário
Quando eu voltei lá no sertão
Eu quis mangar de Januário
Com meu fole prateado
Só de baixo, cento e vinte, botão preto bem juntinho
Como nêgo empareado
Mas antes de fazer bonito de passagem por Granito
Foram logo me dizendo:
"De Taboca à Rancharia, de Salgueiro à Bodocó, Januário é o maior!"
E foi aí que me falou meio zangado o véi Jacó:
Luiz, respeita Januário
Luiz, respeita Januário
Luiz, tu pode ser famoso, mas teu pai é mais tinhoso
E com ele ninguém vai, Luiz
Respeita os oito baixo do teu pai!
Respeita os oito baixo do teu pai!
(Gonzaguinha e Luiz Gonzaga)
Nestes versos há uma linguagem coloquial com marcas de oralidade e/ou regionalismo.
I. Como nêgo empareado.
II. E foi aí que me falou meio zangado o véi Jacó.
III. Foram logo me dizendo.
IV. Luiz, tu pode ser famoso, mas teu pai é mais tinhoso.