A encefalopatia posterior reversível pode ocorrer, também, e...
Em geral, o aspecto típico na ressonância magnética do crânio destes pacientes é o de lesões que predominam na(s) região(ões)
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Tema central: A questão aborda a Síndrome de Encefalopatia Posterior Reversível (PRES), destacando sua apresentação clínica e, principalmente, os aspectos neuroimagem característicos na ressonância magnética.
Compreendendo a PRES: A PRES é uma condição neurológica aguda com sintomas como cefaleia, convulsões, alterações do nível de consciência e distúrbios visuais. Ela ocorre tipicamente associada a situações de hipertensão aguda, insuficiência renal, uso de imunossupressores ou condições críticas em crianças e adultos.
Justificativa da alternativa correta (E): A alternativa E destaca comprometimento parieto-occipital bilateral com hiperintensidade nas sequências T2 e FLAIR. Estudo da Radiologia Brasileira e principais diretrizes (exemplo: UpToDate, Harrison’s) confirmam que o padrão clássico da PRES são áreas de edema vasogênico, predominantemente em regiões posteriores, notadamente lobos parietal e occipital, com hiperintensidade em T2 e FLAIR. Esses sinais sugerem edema sem acometimento cortical extenso ou lesão irreversível, justificando o termo “reversível”.
Análise das alternativas incorretas:
- A) Errada! Lesões na PRES são hiperintensas em T2/FLAIR, não em T1. O envolvimento isolado do lobo occipital é incomum.
- B) Incorreta! Embora possa haver afeção parietal, o padrão predominante é sempre posterior (parieto-occipital), não apenas parietal anterior.
- C) Inadequada! O acometimento temporal pode até ocorrer, mas é atípico para o diagnóstico de PRES.
- D) Falsa! Lesões de PRES são hiperintensas, não hipointensas, nas sequências T2/FLAIR, além de raramente envolverem lóbulos temporais de modo isolado.
Estratégia de resolução: Atente-se para palavras-chave como “parieto-occipital”, tipo de sequências de RM (T2/FLAIR) e alterações de sinal (hiperintensidade). Pegadinhas comuns incluem menção a T1 ou regiões atípicas.
Referência técnica: Segundo a Radiologia Brasileira: “A RM revelou zonas hiperintensas em T2 e FLAIR predominantemente nas regiões parieto-occipitais dos hemisférios cerebrais, sugerindo PRES.”
Dominar tais detalhes permite a rápida identificação do diagnóstico em provas e na prática clínica.
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