Entre 2010 e 2025, o Ministério da Saúde contabilizou 50
casos de raiva humana no Brasil, com a maioria dos casos nas
regiões Norte e Nordeste, sendo a variante 3 do vírus, transmitida
especialmente por morcegos, a principal causa identificada.
A profilaxia pós-exposição, que consiste na administração de
vacina e, quando indicado, de soro ou imunoglobulina, é a
principal estratégia de prevenção. Todo atendimento por acidente
com animal potencialmente transmissor deve ser notificado
pelos serviços de saúde por meio da Ficha de Investigação
de Atendimento Antirrábico Humano do Sinan (Sistema de
Informação de Agravos de Notificação). Considerando o protocolo
de profilaxia da raiva humana no Brasil, a indicação de soro
antirrábico em um atendimento pós-exposição deve ser avaliada
conforme o(a):