Crianças "impacientes", que querem ter as coisas no exato momento em que as
solicitam, estão em sintonia com o mundo da instantaneidade. Junto com o deleite imediato, os
artefatos direcionados à infância promovem modos de vida em que prevalece a lógica da urgência, da
fruição e da descartabilidade. Tudo – de alimentos a tecnologias – é produzido e oferecido às crianças
para saciar um desejo urgente, que logo será substituído por outro.
No trecho acima, Momo (2008) coloca em relação questões importantes quanto à escola
contemporânea, que são: