Durante uma reunião pedagógica, uma professora dos Anos Finais do Ensino
Fundamental propôs trabalhar o ensino da história e da cultura afro-brasileira apenas no mês de
novembro, argumentando que “o restante do currículo já está muito sobrecarregado”. Outro docente
sugeriu que o estudo da cultura afro-brasileira fosse desenvolvido de maneira transversal ao longo do
ano, articulado às diferentes áreas do conhecimento e às relações cotidianas da escola. À luz das
Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais, qual é a conduta mais
coerente?