Acerca de ativos intangíveis, redução ao valor recuperável d...
Acerca de ativos intangíveis, redução ao valor recuperável de ativo não gerador de caixa e de ativo gerador de caixa e demonstrações contábeis, julgue o item seguinte.
Na projeção de fluxos de caixa de ativo gerador de caixa para períodos posteriores aos abrangidos por orçamento ou previsão formal, admite-se o uso de taxa de crescimento estável, decrescente, nula ou negativa, conforme as circunstâncias econômicas observáveis.
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✅ A afirmação está correta.
Na projeção de fluxos de caixa de ativo gerador de caixa, conforme as normas aplicadas ao setor público (NBC TSP 01 – Redução ao Valor Recuperável de Ativo Gerador de Caixa), quando se estende a projeção para períodos posteriores aos abrangidos por orçamento ou previsão formal:
- É permitido utilizar uma taxa de crescimento estável,
- Ou uma taxa decrescente,
- Ou mesmo uma taxa nula,
- Ou uma taxa negativa,
dependendo das circunstâncias econômicas observáveis e da melhor estimativa da entidade sobre a evolução futura dos fluxos de caixa.
Essa flexibilidade existe porque, após o horizonte de previsão formal (orçamento ou plano estratégico), não há dados detalhados, e a entidade precisa adotar premissas razoáveis e consistentes com a realidade econômica para projetar a continuidade ou declínio dos fluxos.
CPC 01 R1 - Redução ao Valor Recuperável de Ativos
36. As projeções de fluxo de caixa até o fim da vida útil de um ativo devem ser estimadas pela extrapolação das projeções de fluxo de caixa baseadas em orçamentos e previsões financeiras, usando uma taxa de crescimento para anos subsequentes. Essa taxa deve ser estável ou decrescente, a menos que um aumento na taxa seja condizente com informações objetivas acerca dos padrões de ciclo de vida do produto ou setor econômico. Se apropriada, a taxa de crescimento deve ser zero ou negativa.
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