Historicamente, a inserção da terapia ocupacional no campo da
educação se fez através da chamada “educação especial”, voltada
para pessoas com deficiências, em instituições educacionais
especializadas, segregadas da rede regular de ensino ou, ainda,
do trabalho desenvolvido nas denominadas “classes especiais”
dirigidas a populações específicas: estudantes com deficiência
mental, física, visual, auditiva ou transtorno do desenvolvimento.
(Rocha, 2007. P. 123.)
Em geral, o trabalho da terapia ocupacional nesse contexto
educacional se caracteriza: