Uma professora de 1.º ano do Ensino Fundamental I, ao
analisar as produções escritas de seus alunos, observa
que João escreve a palavra GATO como "GATU",
utilizando sistematicamente uma letra para cada sílaba
percebida, com correspondência sonora reconhecível.
Rafael, por sua vez, já diferencia letras de sílabas e
escreve "GAATO", buscando representar os sons de
maneira mais precisa, mas ainda sem domínio pleno das
convenções ortográficas. Com base nas hipóteses da
psicogênese da língua escrita de Emília Ferreiro e Ana
Teberosky, a análise precisa sobre os níveis de escrita
evidenciados por João e Rafael, respectivamente, é: