O caso clínico a seguir contextualiza a questão. Leia-o atentamente.
“Homem, 18 anos, chega ao departamento de emergência com
queixa de dispneia intensa, associada à dor torácica súbita e de
alta intensidade. Refere ter o diagnóstico de anemia falciforme;
nega outras comorbidades e uso de medicações. Ao exame: PA
100 x 70 mmHg; FC: 132 bpm; FR: 34 irpm; saturação de
oxigênio de 88% em ar ambiente; temperatura axilar 37,4° C;
tempo de enchimento capilar maior que 5 segundos; extremidades frias AR: MV diminuído bilateralmente; presença de
estertores e sibilos difusos; ACV: RR2T; BNF; sem sopros. Membros inferiores sem edemas e panturrilhas livres; abdômen
flácido; dor à palpação profunda difusamente; traube positivo.
Solicitada radiografia de tórax que evidenciou opacidade alveolar importante em todo lobo superior direito, com infiltrado
intersticial difuso em ambos os campos pleuropulomonares e
cefalização de fluxo.”
Para ser feito o diagnóstico de síndrome torácica aguda é
necessário, além da presença de novo infiltrado em radiografia de tórax, a associação com:
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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