No debate desenvolvido no “2º Seminário Nacional Residência
em Saúde Mental e Serviço Social" (BRASIL 2023), dentre o
conjunto das reflexões sobre as residências multiprofissionais
na área da saúde, afirmou-se que, ao mesmo tempo em que os
programas foram pensados a partir da perspectiva formativa de
jovens graduados, também estão condicionados aos processos
de trabalho forjados no neoliberalismo econômico e na
precarização das relações trabalhistas, ou seja, os programas
têm potencial para o aprimoramento da formação crítica de
seus alunos, mas correm o risco de submetê-los a estágios em
que há mais residentes do que preceptores e tutores e jornadas
exaustivas de trabalho. Assim, qual a compreensão crítica que
podemos ter desse contexto?