Uma mulher de 48 anos de idade foi ao alergista para uma
segunda opinião a respeito das "urticas" recorrentes. Esta
urticária tem incomodado a paciente de forma rotineira
durante os últimos 5 anos. O incômodo vem do prurido
presente nela, dificultando o seu sono, e pela lesão ser "feia",
o que a deixa envergonhada perante seus amigos. Ela já fez
acompanhamento com dermatologistas, mas os abandonou
por não avaliar a possibilidade de alergia alimentar nela.
Quando indagada sobre quais alimentos provocam urticaria
nela, ela diz que não sabe por que tem lesões sempre,
independente de alimentos ou não. Ela teve dois episódios de
edema labial e palpebral nos últimos 6 meses. Ela agora
carrega consigo uma caneta de epinefrina, que unum clínico a
prescreveu, numa das idas ao hospital por exacerbação.
Porém, numa avaliação minuciosa, se percebe que em
nenhum momento teve uma anafilaxia. Ela tem sido tratada
com loratadina 2 vezes ao dia e hidroxizine se houver piora acentuada. Ela acredita que as medicações amenizam, mas
não controlam categoricamente seus sintomas. Idas ao
pronto-atendimento são sempre acompanhadas por
prescrições de corticosteroides orais, os quais sabe que "faz
mal", mas não consegue evitar ocasionalmente.
Baseado nos dados obtidos, qual o mais provável diagnóstico
da paciente?
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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