Baseado nos dados obtidos, qual o mais provável diagnóstico ...

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Q3608786 Medicina
Caso clínico para responder à questão.


Uma mulher de 48 anos de idade foi ao alergista para uma segunda opinião a respeito das "urticas" recorrentes. Esta urticária tem incomodado a paciente de forma rotineira durante os últimos 5 anos. O incômodo vem do prurido presente nela, dificultando o seu sono, e pela lesão ser "feia", o que a deixa envergonhada perante seus amigos. Ela já fez acompanhamento com dermatologistas, mas os abandonou por não avaliar a possibilidade de alergia alimentar nela. Quando indagada sobre quais alimentos provocam urticaria nela, ela diz que não sabe por que tem lesões sempre, independente de alimentos ou não. Ela teve dois episódios de edema labial e palpebral nos últimos 6 meses. Ela agora carrega consigo uma caneta de epinefrina, que unum clínico a prescreveu, numa das idas ao hospital por exacerbação. Porém, numa avaliação minuciosa, se percebe que em nenhum momento teve uma anafilaxia. Ela tem sido tratada com loratadina 2 vezes ao dia e hidroxizine se houver piora acentuada. Ela acredita que as medicações amenizam, mas não controlam categoricamente seus sintomas. Idas ao pronto-atendimento são sempre acompanhadas por prescrições de corticosteroides orais, os quais sabe que "faz mal", mas não consegue evitar ocasionalmente.
Baseado nos dados obtidos, qual o mais provável diagnóstico da paciente?
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