O governo brasileiro pode vir a apoiar uma parceria mais ampla entre a americana Boeing e a Embraer que envolva também projetos das Forças Armadas, além da linha de produção comercial (aeronaves civis). Segundo o ministro da Defesa, Raul Jungmann, desde que o acordo tenha cláusulas que preservem o sigilo, não há restrições. O Brasil, destacou o ministro, só não abrirá mão do controle da companhia porque isso significaria “flexibilizar a soberania nacional”.
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Líder mundial em aviação executiva, a Embraer também se destaca pela capacidade de produção de jatos militares supersônicos.
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