O programador Miguel está implementando uma rotina de extra...
Gabarito comentado
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Gabarito: D
Fundamento decisivo: A expressão “chave artificial, sem significado” é o critério decisivo do enunciado e corresponde à chave surrogada.
- Se o enunciado destacar “artificial” e “sem significado de negócio”, procure o conceito de chave surrogada.
- Em questões de integração de múltiplas origens, diferencie identificador conceitual da entidade de formato físico do valor da chave.
- Não confunda quantidade de atributos da chave com sua natureza: composta trata de estrutura; surrogada trata de artificialidade sem semântica de negócio.
- Separe função identificadora de função referencial: chave surrogada identifica a entidade; chave estrangeira referencia outra tabela.
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Chave surrogada → é gerada artificialmente durante o processo de ETL (Extract, Transform, Load), garantindo que cada entrada no Data Mart tenha um identificador único e consistente, sem depender das chaves originais das fontes de dados.
Gabarito: letra D.
- Por que a D está correta? Uma chave surrogada (surrogate key ou chave substituta) é um conceito fundamental em modelagem de dados e ambientes analíticos (como Data Warehouses e processos de ETL). Trata-se de uma chave artificial, geralmente numérica e sequencial, que não possui significado de negócio próprio. Ela é criada especificamente para identificar unicamente um registro de forma global, sendo perfeita para cenários de integração onde diferentes sistemas de origem utilizam chaves naturais distintas ou conflitantes (como , e ).
- A (textual): Refere-se apenas ao tipo de dado (texto/string). Chaves textuais não resolvem nativamente o problema de unificação de chaves analíticas e costumam ter pior desempenho em indexação se comparadas a chaves numéricas artificiais.
- B (composta): É uma chave formada pela união de duas ou mais colunas de uma tabela. No caso de Miguel, usar uma chave composta unindo as chaves de origem manteria a dependência dos sistemas originais, indo contra o objetivo de criar uma chave única e sem significado técnico direto das origens.
- C (temporal): É uma chave associada a um período de tempo ou versão do dado (muito usada em tabelas do tipo Slowly Changing Dimensions), mas não é o termo que define a chave artificial substituta e unificadora de origens heterogêneas.
- E (estrangeira): É uma coluna (ou conjunto de colunas) que estabelece uma relação entre duas tabelas (apontando para a chave primária de outra tabela). Ela serve para garantir a integridade referencial, e não para substituir chaves de origens distintas em uma carga analítica.
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