Ana, 32 anos, mãe de dois filhos pequenos, procura o serviç...

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Q3410148 Serviço Social
Ana, 32 anos, mãe de dois filhos pequenos, procura o serviço social de uma unidade básica de saúde após sofrer agressões físicas e verbais reiteradas por parte do companheiro. Ela relata medo constante, ameaças e isolamento social, além de dificuldades financeiras para garantir o sustento da família. O assistente social, ao atender Ana, deve considerar a complexidade do caso e adotar metodologias e critérios técnicos que garantam sua proteção integral, fortalecendo a autonomia e garantindo o acesso à rede de proteção prevista na legislação vigente.

Considerando o papel do assistente social e os dispositivos da Lei nº 11.340/2006 (Lei Maria da Penha), assinale a alternativa INCORRETA quanto às metodologias e critérios que devem ser adotados no atendimento a Ana:
Alternativas

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Alternativa correta: B

1. Tema central da questão:

A questão aborda o atendimento pelo assistente social a mulheres em situação de violência doméstica, especialmente à luz da Lei nº 11.340/2006 (Lei Maria da Penha). O objetivo é identificar práticas e critérios éticos, técnicos e legais que orientam a atuação no campo sócio jurídico e de proteção social.

2. Resumo teórico:

Segundo a Lei Maria da Penha, toda mulher vítima de violência deve ser acolhida com ética, sigilo, respeito à autonomia e acesso à rede intersetorial. O assistente social atua para garantir proteção integral, empoderamento e respeito à individualidade, promovendo encaminhamentos após avaliação técnica detalhada (art. 9º, Lei 11.340/2006).

3. Justificativa da alternativa correta (B):

A alternativa B está incorreta porque contraria o princípio fundamental do atendimento: a avaliação minuciosa da situação de vulnerabilidade. Encaminhar automaticamente para medidas protetivas ou abrigos sem análise pode ferir a autonomia da vítima e desconsiderar suas necessidades particulares. Procedimentos devem ser personalizados e respeitar o tempo e contexto de cada caso, conforme orientações do CFESS e do Manual de Atendimento da Lei Maria da Penha.

4. Análise das alternativas incorretas:

  • A: Correta. A escuta qualificada, o sigilo e o respeito à autonomia são essenciais para um atendimento humanizado e efetivo.
  • C: Correta. A articulação intersetorial com rede de proteção é recomendada por lei e indispensável para garantir atendimento integral.
  • D: Correta. Informar sobre direitos e serviços promove o empoderamento e o acesso à justiça e proteção social.
  • E: Correta. O acompanhamento longitudinal, considerando aspectos psicossociais, assegura o cuidado contínuo necessário.

5. Estratégia de interpretação:

Fique atento a termos como “priorizar imediatamente” ou “sem avaliação”. Questões sobre ética e prática profissional sempre exigem análise individualizada e respeito à autonomia da pessoa atendida!

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Comentários

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Letra B

A priorização imediata de medidas protetivas e abrigo, sem uma avaliação da vulnerabilidade da vítima, pode levar a decisões que não atendem às necessidades individuais e podem até mesmo gerar um impacto negativo na vida da vítima, como a ruptura de laços sociais e familiares. É importante que o profissional de assistência social realize uma avaliação cuidadosa e abrangente da situação da vítima, para que possa oferecer um apoio adequado e que contribua para o empoderamento e a recuperação da vítima

mais ele não que ação incorreta moça?

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