Tratar emergências aviárias pode ser uma tarefa desafiadora....
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Ano: 2021
Banca:
CEPS-UFPA
Órgão:
UFPA
Prova:
CEPS-UFPA - 2021 - UFPA - Residência Multiprofissional - Medicina Veterinária - Animais Silvestres |
Q4174980
Veterinária
Tratar emergências aviárias pode ser uma tarefa desafiadora. As aves de estimação muitas vezes
mascaram os sinais de doença até ficarem gravemente enfermas. Além disso, durante exames clínicos
regulares e situações em que o paciente já está doente, pode ocorrer estresse metabólico resultante de
contenção prolongada, por conta de procedimentos diagnósticos e tratamentos, levando a uma
descompensação do paciente aviário. Acerca das emergências comuns em aves, avalie os itens a
seguir.
I. O exame físico de uma ave que apresenta sinais de doença respiratória deve começar com a ave em repouso em seu tutor, e, nas piores condições, a ave deve ser acondicionada em incubadora ou em uma unidade de tratamento intensivo, para oxigenioterapia previamente ao exame físico. O comportamento geral do paciente, a frequência e o esforço respiratório, e quaisquer sons respiratórios audíveis devem ser anotados e descritos.
II. Pacientes com história de exposição a toxinas e que apresentam dificuldade respiratória têm prognóstico bom. A suplementação de oxigênio em uma incubadora aquecida e manuseio mínimo não são necessários, podendo ser iniciado o tratamento farmacológico, conforme a substância tóxica à qual o animal foi exposto.
III. O enfisema subcutâneo pode ser secundário a danos nos sacos aéreos. O dano agudo do saco aéreo relacionado a trauma corporal é a causa mais comum de enfisema subcutâneo; no entanto, o enfisema subcutâneo também pode ser uma sequela de doença crônica do saco aéreo.
IV. Anorexia, estasia de papo, vômitos, diarreia e fezes anormais são causas comuns de emergências relacionadas ao trato digestivo de aves.
V. Em relação às emergências relacionadas ao sistema reprodutor, a distocia precede a retenção de ovo no oviduto. Na distocia, há a obstrução ou o prolapso da cloaca. Ambas as situações podem decorrer de desbalanço de cálcio na dieta.
Estão corretos
I. O exame físico de uma ave que apresenta sinais de doença respiratória deve começar com a ave em repouso em seu tutor, e, nas piores condições, a ave deve ser acondicionada em incubadora ou em uma unidade de tratamento intensivo, para oxigenioterapia previamente ao exame físico. O comportamento geral do paciente, a frequência e o esforço respiratório, e quaisquer sons respiratórios audíveis devem ser anotados e descritos.
II. Pacientes com história de exposição a toxinas e que apresentam dificuldade respiratória têm prognóstico bom. A suplementação de oxigênio em uma incubadora aquecida e manuseio mínimo não são necessários, podendo ser iniciado o tratamento farmacológico, conforme a substância tóxica à qual o animal foi exposto.
III. O enfisema subcutâneo pode ser secundário a danos nos sacos aéreos. O dano agudo do saco aéreo relacionado a trauma corporal é a causa mais comum de enfisema subcutâneo; no entanto, o enfisema subcutâneo também pode ser uma sequela de doença crônica do saco aéreo.
IV. Anorexia, estasia de papo, vômitos, diarreia e fezes anormais são causas comuns de emergências relacionadas ao trato digestivo de aves.
V. Em relação às emergências relacionadas ao sistema reprodutor, a distocia precede a retenção de ovo no oviduto. Na distocia, há a obstrução ou o prolapso da cloaca. Ambas as situações podem decorrer de desbalanço de cálcio na dieta.
Estão corretos