Uma paciente de 67 anos de idade, portadora de hipertensão
arterial sistêmica, ex-tabagista, com história de declínio cognitivo
progressivo, foi admitida em 14/04/2026 após queda da própria
altura, evoluindo com fratura de colo de fêmur direito.
Durante a internação, foi tratada para infecção do trato urinário
com ceftriaxona por 7 dias, esquema encerrado em 22/04/2026.
Ao longo do período de internação, observou-se aceitação
alimentar significativamente reduzida.
Na avaliação pré-operatória inicial em 14/04, os exames
laboratoriais revelavam tempo de atividade da protrombina (TAP)
de 14,3 segundos, Relação Internacional Normalizada (INR) de
1,05 e tempo de tromboplastina parcial ativada (aPTT) de 30,3
segundos, tendo sido prescrita enoxaparina 40 mg, por via
subcutânea, uma vez ao dia, para profilaxia de tromboembolismo
venoso.
A cirurgia foi suspensa em 24/04 devido a pico hipertensivo,
mantendo-se a paciente em compensação clínica para
reagendamento eletivo do procedimento.
Na reavaliação em 28/04, novos exames evidenciaram TAP de
43,0 segundos (atividade de 22%), INR de 3,45, aPTT de 31,8
segundos e plaquetas de 180.000/mm³.
A paciente nega uso de anticoagulantes orais, encontra-se lúcida,
hemodinamicamente estável e sem sinais de sangramento ativo.
Considerando a evolução clínica e o perfil laboratorial
apresentado, a conduta mais adequada para o manejo da
alteração hemostática antes da intervenção cirúrgica é
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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