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Com base nessa realidade linguística e à luz da morfossintaxe normativa da Língua Portuguesa, considere as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA:
Gabarito comentado
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Gabarito: A
Fundamento decisivo: O comando pede julgamento "à luz da morfossintaxe normativa"; nessa base, a alternativa A é a única compatível porque distingue corretamente coordenação e subordinação adverbial pelo vínculo sintático e pelo valor circunstancial, enquanto as demais fazem generalizações normativamente falsas sobre substantivas, coordenadas assindéticas e adjetivas reduzidas.
- Quando o enunciado invocar "morfossintaxe normativa", julgue as alternativas pelo critério gramatical, não por impressão de uso ou interpretação ampla do texto introdutório.
- Desconfie de alternativas que reduzam uma classe de oração a uma única função sintática; nas substantivas, a função varia conforme a estrutura.
- Em coordenação, independência sintática não significa ausência de relação de sentido; em assindéticas, a semântica continua atuando.
- Na subordinação adverbial, o reconhecimento passa pela circunstância expressa; na adjetiva reduzida, a forma reduzida não determina sozinha valor restritivo.
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Comentários
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Gabarito: Letra A
Cuidado com as palavras absolutistas ("sempre", "nunca").
- A Regra da Adverbial (Gabarito): Orações adverbiais carregam uma "circunstância" (tempo, causa, condição) que permanece perfeitamente identificável mesmo quando a oração está reduzida, sem a presença da conjunção.
- O Erro da B: A conjunção integrante "que" introduz orações substantivas, mas elas não exercem sempre a função de sujeito. Podem atuar como objeto direto, aposto, complemento nominal, etc.
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