Malcher, et al. (2023) afirmam que, com o aumento da longevi...

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Q2368691 Terapia Ocupacional
Malcher, et al. (2023) afirmam que, com o aumento da longevidade, o indivíduo pode carregar como ônus a vulnerabilidade às doenças, tornando-se, assim, um fato por vezes preocupante e, ainda, relatam que o processo de envelhecimento gera diminuição do estado funcional do indivíduo, potencializando a possibilidade do surgimento de toxicidades relacionadas ao tratamento de um câncer. De acordo o manual HOPE (College Of Occupational Therapists), na intervenção terapêutica ocupacional em oncologia, o profissional, ao realizar o tratamento da fadiga, irá
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Alternativa correta: B

1. Tema central: A questão aborda a intervenção da Terapia Ocupacional no manejo da fadiga em pacientes oncológicos, especialmente em idosos com câncer. A fadiga relacionada ao câncer é um dos sintomas mais prevalentes e incapacitantes, afetando o desempenho ocupacional e a qualidade de vida.

2. Resumo teórico: A fadiga oncológica é multifatorial e requer uma abordagem integrativa. O papel do terapeuta ocupacional é educar, adaptar rotinas, orientar sobre economia de energia, promover priorização de tarefas e ajustar expectativas do paciente. O Manual HOPE do College of Occupational Therapists (2011) e a literatura brasileira (Malcher et al., 2023) enfatizam a necessidade de informação, adaptação ambiental e estabelecimento de metas realistas como estratégias centrais.

3. Justificativa da alternativa correta (B):
A alternativa B descreve fielmente as principais intervenções da Terapia Ocupacional no tratamento da fadiga em oncologia: educação sobre sintomas; ajuda na compreensão para mudanças/adaptações; estabelecimento de metas realistas e adaptação do estilo de vida (incluindo uso de equipamentos/adaptações ambientais). Essas ações visam otimizar a participação do paciente sem esgotar sua energia, respeitando suas limitações e potencializando a funcionalidade.

4. Análise das alternativas incorretas:

  • A: Embora organizar o cotidiano e priorizar atividades sejam importantes, não inclui orientação sobre economia de energia nem adaptações ambientais, fundamentais para o manejo da fadiga oncológica.
  • C: Foca em aspectos emocionais e motivacionais, relevantes no contexto integral, mas não aborda as estratégias práticas necessárias para lidar diretamente com a fadiga física.
  • D: Destaca aspectos gerais de reabilitação e promoção de engajamento, porém não especifica as ações diretas para manejo da fadiga (como orientação, adaptações e economia de energia).

5. Estratégias de interpretação: Sempre busque termos que remetem a ações específicas do terapeuta ocupacional diante da fadiga, como "orientação", "adaptação" e "metas realistas". Desconfie de alternativas muito genéricas ou que foquem somente no emocional sem citar aspectos práticos.

Fontes: Manual HOPE - College of Occupational Therapists (2011); Malcher et al., 2023.

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