Um paciente de 25 anos é submetido a paratireoidectomia tota...
Qual a conduta mais urgente e apropriada para prevenir e tratar a "síndrome de fome óssea"?
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Gabarito: A
Fundamento decisivo: O caso caracteriza síndrome de fome óssea no pós-paratireoidectomia: hipocalcemia sintomática grave após retirada da fonte de excesso de PTH, com fosfatase alcalina pré-operatória significativamente elevada indicando alto turnover ósseo e captação intensa de minerais pelo esqueleto. Nessa situação, a conduta urgente e decisiva é cálcio intravenoso imediato, com manutenção contínua e associação de calcitriol para sustentar a correção.
- Após paratireoidectomia, hipocalcemia importante associada a fosfatase alcalina pré-operatória elevada aponta para síndrome de fome óssea.
- Se houver hipocalcemia sintomática grave, a via correta no início é intravenosa; manejo apenas oral não atende a urgência.
- Em síndrome de fome óssea, pense em reposição sustentada, não apenas em bolus isolado.
- No contexto agudo, calcitriol tem papel prático diferente de vitamina D inespecífica por agir mais rapidamente.
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A síndrome da fome óssea acontece após a paratireoidectomia total (PTH não iduz mais a reabsorção óssea, logo, o osteobasto pega tudo de volta que foi reabsorvido) e é caracterizada pela remodelação óssea intensa (por isso temos níveis de fosfatase alcalina bem elevados), assim, o osso "suga" todo o cálcio e fosfato do sangue, predispondo os sintomas do paciente em questão. Dessa forma, a melhor conduta é repor o cálcio de forma rápida (bolus) e iniciar BIC + Calcitriol VO que vai ajudar a absorver mais cálcio no intestino.
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