Uma gestante assintomática para sífilis dá entrada na matern...
Uma gestante assintomática para sífilis dá entrada na maternidade em trabalho de parto. Possui histórico de sífilis em gestação anterior, adequadamente tratada. Trazia como exames da gestação atual, colhidos no último trimestre, VDRL 1:2 e FTA-Abs reagente. Foi possível resgatar o VDRL pré e pós-tratamento da gestação anterior: 1:256 e 1:8, respectivamente.
Considerando este caso clínico, de acordo com as recomendações do Ministério da Saúde, é CORRETO afirmar que
Gabarito comentado
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Gabarito: C
Fundamento decisivo: Pelo Ministério da Saúde, o seguimento da sífilis tratada é feito com teste não treponêmico, e a queda documentada de pelo menos duas diluições após o tratamento, com manutenção posterior de título baixo e sem evidência de reinfecção, caracteriza cicatriz sorológica; aqui houve queda de 1:256 para 1:8 após o tratamento anterior e, na gestação atual, VDRL 1:2, o que sustenta cicatriz sorológica.
- Em sífilis previamente tratada, decida pelo teste não treponêmico em série, não pelo teste treponêmico.
- Queda documentada de pelo menos duas diluições após o tratamento favorece resposta terapêutica.
- Título não treponêmico baixo persistente, sem evidência de reinfecção, sugere cicatriz sorológica.
- Teste treponêmico reagente isoladamente não define falha terapêutica nem reinfecção.
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