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Q1902517 Farmácia
A validação de um método bioanalítico é considerada uma parte essencial para o registro de medicamentos genéricos, similares e novos no Brasil, e devem seguir as recomendações do Guia para Validação de métodos analíticos e bioanalíticos da ANVISA.
Eles são classificados, segundo a sua finalidade, como segue:
I. Testes quantitativos para a determinação do princípio ativo em produtos farmacêuticos ou matérias-primas.
II. Testes quantitativos ou ensaio limite para a determinação de impurezas e produtos de degradação em produtos farmacêuticos e matérias primas.
III. Testes de performance (teste de dissolução, liberação de ativo, etc.).
IV. Testes de identificação.
Os ensaios necessários para a validação de medicamentos classificados na categoria III são os de
Alternativas

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Vamos analisar a questão sobre validação de métodos analíticos em farmacologia, que é essencial para o registro de medicamentos no Brasil, com base nas diretrizes da ANVISA.

O tema central da questão é a validação de métodos bioanalíticos, especificamente para os classificados como Testes de Performance (categoria III). Isso inclui métodos como testes de dissolução e liberação de ativo, que são vitais para assegurar a eficácia e segurança dos medicamentos.

Justificativa para a alternativa correta (E):

A alternativa E - repetibilidade na precisão, caso haja reprodutibilidade está correta. Nos testes de performance, é crucial garantir que os resultados sejam consistentes quando o método é repetido sob as mesmas condições. Isso assegura que o método é confiável e pode ser reproduzido, o que é fundamental na validação de métodos bioanalíticos. A reprodutibilidade verifica se o método dá resultados semelhantes em diferentes laboratórios, enquanto a repetibilidade garante consistência em um único laboratório.

Análise das alternativas incorretas:

A - especificidade e linearidade: Esses parâmetros são mais aplicáveis a testes quantitativos e de identificação, onde é necessário saber se o método pode distinguir entre o composto de interesse e outros componentes (especificidade) e se a resposta é proporcional à quantidade do analito (linearidade).

B - precisão: Embora a precisão seja importante, ela sozinha não cobre a necessidade de repetibilidade e reprodutibilidade exigida para testes de performance em métodos bioanalíticos.

C - limite de detecção e exatidão: Esses parâmetros são críticos para testes de impurezas e de quantificação de baixas concentrações de analitos. O limite de detecção mede a menor quantidade de analito que pode ser detectada, e a exatidão se refere à proximidade entre o valor medido e o valor verdadeiro.

D - robustez e precisão: A robustez é a capacidade de um método de permanecer inalterado por pequenas variações nos parâmetros do método, o que é importante, mas não substitui a necessidade de repetibilidade e reprodutibilidade para os testes de performance.

Compreender esses conceitos e saber diferenciar os parâmetros de validação é essencial para resolver questões sobre métodos analíticos em concursos públicos.

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Caso haja reprodutibilidade não é necessária a precisão intermediária, mas apenas a precisão repetibilidade.

A categoria 3 dos testes se refere aos testes de performance (Ex.: dissolução).

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