Uma fisioterapeuta recebe um paciente de 30 anos que, após ...

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Q3805809 Fisioterapia
Uma fisioterapeuta recebe um paciente de 30 anos que, após um evento estressor emocional significativo, desenvolveu fraqueza súbita em um hemicorpo e dificuldade para deambular, apresentando um padrão de marcha instável e atípico, semelhante a abasiaastasia. Exames médicos detalhados, incluindo ressonância magnética e testes neurológicos, não identificaram qualquer causa orgânica para os sintomas. A equipe médica diagnosticou um Transtorno Conversivo. Durante a avaliação fisioterapêutica, o paciente manifesta forte crença de que sua fraqueza é puramente física e solicita insistentemente o uso de um andador para conseguir se locomover com mais segurança, pois sente medo de cair. A fisioterapeuta, ciente do diagnóstico e das recomendações clínicas para este transtorno, que desaconselham o uso prolongado de dispositivos auxiliares devido à falta de necessidade fisiológica e ao potencial de perpetuar a condição, encontra-se diante de um dilema ético sobre como manejar a solicitação do paciente, respeitando seus medos e crenças, ao mesmo tempo em que aplica as intervenções baseadas no conhecimento profissional. De acordo com o Código de Ética e Deontologia da Fisioterapia e o manejo recomendado para esta condição, qual das seguintes opções representa a conduta mais apropriada para a fisioterapeuta neste caso?
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