Joaquim deseja prevenir loops na rede na ALEGO. Ela sabe que...
I. A operação do STP é transparente para as estações finais que não conseguem detectar se estão conectadas a um único segmento de LAN ou a uma LAN com múltiplos segmentos.
II. Dispositivos como os roteadores sem fio enviam e recebem quadros de árvore de abrangência, chamados de STPDU. Os dispositivos encaminham esses quadros e os utilizam para construir um caminho livre de loops.
III. Quando duas interfaces fazem parte de um loop, as configurações de prioridade de porta e custo de caminho da árvore de abrangência determinam qual interface será colocada no estado de encaminhamento e qual será colocada no estado de bloqueio.
Está correto o que se afirma em
Gabarito comentado
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Gabarito: D
Fundamento decisivo: A decisão estava em identificar que o STP é transparente para as estações finais e que, em redundância, a seleção de portas considera custo do caminho e critérios de desempate da porta/bridge; por isso, a II é a única que não se sustenta.
- Em questões de STP, primeiro separe hosts finais de equipamentos de comutação: hosts não participam da árvore; switches/bridges participam.
- Se a alternativa falar em troca de quadros do STP, confira se o dispositivo citado é típico de camada 2 participante do protocolo.
- Em topologias redundantes, trate como compatível com STP a ideia de seleção de portas por custo do caminho e desempates associados a bridge/porta.
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Comentários
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I. Correta. A operação do protocolo STP é realizada estritamente na camada de enlace (camada 2) e restrita aos equipamentos de comutação da rede (switches). O seu funcionamento é totalmente transparente para as estações finais (como os computadores dos usuários). O computador não tem conhecimento do cálculo da árvore ou se está conectado a um único segmento físico ou a uma rede complexa com múltiplos segmentos interligados; ele apenas trafega os seus dados normalmente.
II. Incorreta. Há dois erros fundamentais na afirmação. Primeiro, os dispositivos que nativamente gerenciam portas de camada 2 e rodam o algoritmo STP para evitar loops são os switches (ou bridges), e não roteadores sem fio. Segundo, os pacotes ou mensagens de controle trocadas entre esses equipamentos para mapear a rede e construir o caminho livre de loops são chamados de BPDU (Bridge Protocol Data Unit), e não "STPDU".
III. Correta. Quando o STP identifica a existência de múltiplos caminhos (um loop), ele utiliza métricas predefinidas para tomar as suas decisões. O algoritmo analisa as configurações de prioridade (como a Bridge Priority) e, principalmente, o menor custo do caminho calculado dos possíveis enlaces até a Bridge Raiz (Root Bridge). Com base nessa matemática, ele determina qual interface terá o papel de encaminhar dados (estado de forwarding) e qual interface será desativada para interromper o ciclo (estado de blocking).
Gabarito: D (I e III, apenas)
O STP (Spanning Tree Protocol - IEEE 802.1D) opera na Camada 2 e é executado pelos switches. As estações finais (hosts) não percebem se a rede possui um único segmento ou vários segmentos interligados por switches com STP. Portanto, a operação do STP é transparente aos dispositivos finais.
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Há dois problemas:
- O nome correto é BPDU (Bridge Protocol Data Unit), e não "STPDU".
- Quem participa do STP são principalmente switches (bridges). Roteadores não fazem parte da árvore de abrangência de camada 2.
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O STP utiliza critérios como:
- Root Bridge
- Root Path Cost
- Bridge ID
- Port Priority
- Port ID
para decidir quais portas ficarão em Forwarding e quais ficarão em Blocking, eliminando loops na topologia.
Gabarito: D
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