Durante a avaliação fisioterapêutica de uma pessoa
idosa com histórico de quedas recorrentes, ele foi
classificado com risco de quedas moderado. Após um
programa de 16 semanas de treino resistido, marcha,
equilíbrio e exercícios funcionais, observou-se
melhoria significativa nos testes de risco de quedas e
na capacidade funcional, sendo reclassificado como
baixo risco. No entanto, o paciente ainda apresenta
limitação na participação social, dificuldade em
manter a rotina de exercícios domiciliares sem auxílio
e vive em um ambiente doméstico com barreiras
arquitetônicas não modificadas. De acordo com as
diretrizes internacionais para prevenção e manejo de
quedas (Montero-Odasso et al., 2022), qual é a
conduta mais adequada para garantir uma decisão de
alta fisioterapêutica segura e sustentável?