A evolução estratigráfica da Bacia Potiguar inclui

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Q233574 Geologia
A evolução estratigráfica da Bacia Potiguar inclui
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Alternativa correta: B - rochas vulcânicas mesozoicas e cenozoicas

1. Tema central:
A questão aborda a evolução estratigráfica da Bacia Potiguar, importante bacia sedimentar brasileira situada entre o Rio Grande do Norte e o Ceará. Conhecer sua evolução é essencial para entender processos geológicos, potencial petrolífero e a cronologia dos eventos geodinâmicos regionais.

2. Resumo teórico:
A Bacia Potiguar foi formada principalmente durante o Mesozoico, relacionada ao processo de separação da América do Sul e África, e ao rifteamento que originou o Oceano Atlântico Sul. Sua evolução estratigráfica registra fases de atividade tectônica, sedimentação e vulcanismo, com destaque para rochas vulcânicas mesozoicas (como basaltos) e manifestações menores em períodos mais recentes (Cenozoico). Referências: CPRM (Geologia do Brasil, 2017), PETROBRAS (Atlas das Bacias Brasileiras).

3. Justificativa da alternativa correta (B):
A Bacia Potiguar apresenta rochas vulcânicas do Mesozoico, associadas às fases iniciais do rifteamento continental, além de eventos vulcânicos menores no Cenozoico. Essas rochas são importantes marcadores estratigráficos e ajudam a compreender as condições tectônicas da época. Portanto, a alternativa B está correta.

4. Análise das alternativas incorretas:

A - supersequências Pré-Rifte, Rifte, Pós-Rifte e Drifte
Embora existam fases Pré-Rifte, Rifte e Pós-Rifte, a expressão “Drifte” está incorreta neste contexto; nas classificações convencionais, a fase de drift está associada à abertura do oceano, mas não é considerada supersequência estratigráfica formal da Bacia Potiguar.

C - sucessões siliciclásticas paleozoicas espessas
A Bacia Potiguar é do Mesozoico, e não do Paleozoico. Não há registro de espessas sucessões siliciclásticas paleozoicas na bacia, ao contrário de outras bacias como a do Parnaíba.

D - fase tectônica inicial com caráter compressivo
O início da formação da Bacia Potiguar está associado a processos extensivos de rifteamento, e não a compressão.

E - estruturação associada a halocinese na fase Rifte
A halocinese (movimentação de sal) não é característica marcante da Bacia Potiguar durante o rifteamento; tal fenômeno é mais típico de bacias como a de Campos ou Santos.

5. Estratégias de resolução:
Sempre relacione as características geológicas pedidas à cronologia e ao contexto tectônico regional. Desconfie de termos deslocados do contexto (ex: “compressivo” em vez de “extensivo”, “Paleozoico” em vez de “Mesozoico”, ou processos como “halocinese” em bacias inadequadas).

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