Estima-se que 15% dos casais não conseguem engravidar mesmo...
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Tema central: A questão trata da infertilidade masculina, abordando critérios diagnósticos, investigação e a importância do exame seminal (espermograma). Saber diferenciar os parâmetros normais é fundamental para atuação clínica e provas de concurso.
Alternativa correta: D
Justificativa: O espermograma é o exame inicial padrão para investigar infertilidade masculina. Segundo o Manual da OMS para o Exame e Processamento do Sêmen Humano (5ª ed., 2010), astenozoospermia é definida quando a motilidade progressiva é inferior a 32%. Portanto, a alternativa D está em total concordância com as diretrizes internacionais.
Na prática: ao se deparar com laudo de motilidade progressiva menor que 32%, o diagnóstico de astenozoospermia é sustentado - condição que impacta negativamente a fertilidade natural.
Análise das alternativas incorretas:
A) Incorreta. Na realidade, até 50% dos casos de infertilidade têm fator masculino envolvido (exclusivo ou associado), e não 50% são inexplicados. O dado apresentado está invertido.
B) Incorreta. A avaliação deve ser simultânea e multidisciplinar. A investigação isolada de homem e mulher atrasa o diagnóstico e pode subestimar causas combinadas.
C) Incorreta. Exame físico detalhado detecta varicocele, criptorquidia, alterações testiculares, ginecomastia e outras comorbidades, sendo essencial para guiar exames complementares.
E) Incorreta. O urologista deve dominar causas genéticas como síndrome de Klinefelter, microdeleções do cromossomo Y, entre outras. Deixar todo o conhecimento ao geneticista é má prática e está em desacordo com as normas assistenciais atuais.
Dicas para provas:
- Fique atento à ordem da investigação e aos valores de referência da OMS.
- Termos absolutos (“não é importante”, “pouco esclarece”) em alternativas geralmente indicam erros conceituais.
- O trabalho conjunto das especialidades é uma tendência moderna e frequentemente cobrada.
Segundo a OMS: “motilidade progressiva inferior a 32% indica astenozoospermia” (5ª edição, pág. 28).
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