A política nacional de inclusão social, ao tratar de
minorias vulnerabilizadas, busca garantir igualdade
formal e material. Entretanto, ao reconhecer
juridicamente a existência de grupos específicos —
como povos indígenas, comunidades quilombolas e
pessoas LGBTQIA+ — e prever ações afirmativas
direcionadas, pode ser interpretada como promotora
de privilégios legais, já que cria direitos distintos e
permanentes a determinados grupos sociais, o que,
segundo alguns críticos, comprometeria o princípio
da isonomia previsto na Constituição.
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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