O Livro do Êxodo (25:31-40) descreve detalhadamente a
construção de um objeto ritual em ouro puro,
ornamentado com cálices, botões e flores de amêndoa,
que deveria ser colocado no Tabernáculo e
posteriormente no Templo de Jerusalém. Flávio Josefo
relata que este objeto foi levado para Roma após a
destruição do Segundo Templo (70 E.C.), sendo
representado no Arco de Tito. Maimonides, no Mishneh
Torah, estabelece suas especificações haláchicas
precisas, distinguindo-o do candelabro de oito braços
mais uma shamash usado especificamente durante
Chanucá. Este símbolo, adotado como emblema oficial
do Estado de Israel em 1949, representa na
interpretação cabalística os sete dias da criação ou os
sete planetas visíveis da antiguidade. O artefato ritual
judaico descrito, cujo nome deriva da raiz hebraica que
significa "luz" ou "iluminação", e que possui
especificamente sete braços simbolizando a perfeição
divina, é denominado: