Paciente de 35 anos, sexo masculino, previamente hígido, d...

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Q2541145 Medicina
Paciente de 35 anos, sexo masculino, previamente hígido, durante investigação de dor em hipocôndrio direito descobre pólipo de vesícula biliar em corpo da vesícula de 3mm. Sobre esse caso, é correto afirmar: 
Alternativas

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Tema central: manejo de pólipo de vesícula biliar. A conduta depende de tamanho do pólipo, fatores de risco para malignidade e presença de sintomas ou litíase biliar.

Gabarito: C

Justificativa da alternativa correta (C): Em provas e na prática clínica, a associação pólipo + litíase biliar é indicação de colecistectomia laparoscópica, sobretudo quando há sintomas biliares. A litíase é a principal causa de cólica biliar e, quando coexistente com pólipos, aumenta a suspeita de sintomas de origem vesicular e o risco oncológico em alguns consensos, favorecendo tratamento cirúrgico definitivo. Diretrizes e revisões (UpToDate 2024; consensos europeus) recomendam cirurgia para: pólipo ≥10 mm; pólipo menor com fatores de risco (p.ex., PSC, morfologia sésil/espessamento de parede, idade avançada) e quando há litíase sintomática, por resolver a causa mais provável da dor e eliminar eventual risco neoplásico.

Análise das alternativas incorretas:

A – Incorreta. Pólipo 3 mm, em paciente de 35 anos e sem fatores de risco, não indica cirurgia. A maioria desses pólipos é de colesterol, assintomáticos e benignos. Conduta: observação/seguimento conforme contexto clínico. Fontes: UpToDate; Harrison’s Principles of Internal Medicine.

B – Incorreta. Pólipos tão pequenos (≤5 mm) raramente causam dor. Dor em hipocôndrio direito é mais compatível com litíase biliar, colecistite, disfunção do esfíncter de Oddi, hepatopatias, entre outros. Logo, o pólipo de 3 mm não justifica o quadro.

D – Incorreta. Embora seja essencial investigar outras causas para a dor, é excessivo afirmar “sem qualquer acompanhamento”. Diretrizes conjuntas europeias (ESGAR/EAES/ESGE) permitem não seguir pólipos ≤5 mm em pacientes sem fatores de risco; porém, diante de sintomatologia biliar não explicada, muitos autores sugerem ao menos um ultrassom de controle (6–12 meses) para documentar estabilidade. A assertiva falha ao excluir completamente a possibilidade de vigilância.

E – Incorreta. Pólipos não são fator de alto risco para colecistite aguda. A colecistite está fortemente associada a cálculos impactados e obstrução do ducto cístico; pólipos pequenos não têm esse comportamento.

Pontos-chave para a prova:

≥10 mm ou crescimento significativo: colecistectomia.

6–9 mm com fatores de risco (p.ex., idade avançada, PSC, sésil/espessamento de parede, etnia asiática) ou litíase sintomática: considerar colecistectomia.

≤5 mm sem fatores de risco: geralmente sem seguimento; na presença de dor biliar não explicada, pode-se fazer US de controle.

Referências: UpToDate (2024) – Gallbladder polyps; Diretriz conjunta ESGAR/EAES/ESGE (2017/2022) para pólipos de vesícula; Harrison’s Principles of Internal Medicine.

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A questão apresenta um paciente de 35 anos, previamente saudável, que foi diagnosticado com um pólipo de 3 mm na vesícula biliar durante uma investigação de dor no hipocôndrio direito. Analisando as alternativas, a resposta correta é a alternativa C. Pólipos de vesícula biliar menores que 10 mm, como no caso apresentado, geralmente não necessitam de tratamento cirúrgico imediato a menos que haja fatores de risco adicionais, como a presença de litíase biliar (pedras na vesícula), que podem aumentar o risco de complicações e justificar a colecistectomia. A alternativa A está incorreta, pois não há indicação de colecistectomia apenas pelo pólipo de 3 mm. A alternativa B é incorreta, pois é improvável que um pólipo de 3 mm cause dor significativa. A alternativa D está incorreta, pois pólipos menores que 10 mm ainda requerem acompanhamento periódico. Finalmente, a alternativa E está incorreta, pois pólipos de 3 mm são considerados de baixo risco para complicações como colecistite aguda. Assim, a presença de litíase biliar associada seria o fator chave que indicaria uma intervenção cirúrgica neste cenário, justificando a resposta correta como sendo a alternativa C.
A questão apresenta um paciente de 35 anos, previamente saudável, que foi diagnosticado com um pólipo de 3 mm na vesícula biliar durante uma investigação de dor no hipocôndrio direito. Analisando as alternativas, a resposta correta é a alternativa C. Pólipos de vesícula biliar menores que 10 mm, como no caso apresentado, geralmente não necessitam de tratamento cirúrgico imediato a menos que haja fatores de risco adicionais, como a presença de litíase biliar (pedras na vesícula), que podem aumentar o risco de complicações e justificar a colecistectomia. A alternativa A está incorreta, pois não há indicação de colecistectomia apenas pelo pólipo de 3 mm. A alternativa B é incorreta, pois é improvável que um pólipo de 3 mm cause dor significativa. A alternativa D está incorreta, pois pólipos menores que 10 mm ainda requerem acompanhamento periódico. Finalmente, a alternativa E está incorreta, pois pólipos de 3 mm são considerados de baixo risco para complicações como colecistite aguda. Assim, a presença de litíase biliar associada seria o fator chave que indicaria uma intervenção cirúrgica neste cenário, justificando a resposta correta como sendo a alternativa C.
A questão apresenta um paciente de 35 anos, previamente saudável, que foi diagnosticado com um pólipo de 3 mm na vesícula biliar durante uma investigação de dor no hipocôndrio direito. Analisando as alternativas, a resposta correta é a alternativa C. Pólipos de vesícula biliar menores que 10 mm, como no caso apresentado, geralmente não necessitam de tratamento cirúrgico imediato a menos que haja fatores de risco adicionais, como a presença de litíase biliar (pedras na vesícula), que podem aumentar o risco de complicações e justificar a colecistectomia. A alternativa A está incorreta, pois não há indicação de colecistectomia apenas pelo pólipo de 3 mm. A alternativa B é incorreta, pois é improvável que um pólipo de 3 mm cause dor significativa. A alternativa D está incorreta, pois pólipos menores que 10 mm ainda requerem acompanhamento periódico. Finalmente, a alternativa E está incorreta, pois pólipos de 3 mm são considerados de baixo risco para complicações como colecistite aguda. Assim, a presença de litíase biliar associada seria o fator chave que indicaria uma intervenção cirúrgica neste cenário, justificando a resposta correta como sendo a alternativa C.
A questão apresenta um paciente de 35 anos, previamente saudável, que foi diagnosticado com um pólipo de 3 mm na vesícula biliar durante uma investigação de dor no hipocôndrio direito. Analisando as alternativas, a resposta correta é a alternativa C. Pólipos de vesícula biliar menores que 10 mm, como no caso apresentado, geralmente não necessitam de tratamento cirúrgico imediato a menos que haja fatores de risco adicionais, como a presença de litíase biliar (pedras na vesícula), que podem aumentar o risco de complicações e justificar a colecistectomia. A alternativa A está incorreta, pois não há indicação de colecistectomia apenas pelo pólipo de 3 mm. A alternativa B é incorreta, pois é improvável que um pólipo de 3 mm cause dor significativa. A alternativa D está incorreta, pois pólipos menores que 10 mm ainda requerem acompanhamento periódico. Finalmente, a alternativa E está incorreta, pois pólipos de 3 mm são considerados de baixo risco para complicações como colecistite aguda. Assim, a presença de litíase biliar associada seria o fator chave que indicaria uma intervenção cirúrgica neste cenário, justificando a resposta correta como sendo a alternativa C.
A questão apresenta um paciente de 35 anos, previamente saudável, que foi diagnosticado com um pólipo de 3 mm na vesícula biliar durante uma investigação de dor no hipocôndrio direito. Analisando as alternativas, a resposta correta é a alternativa C. Pólipos de vesícula biliar menores que 10 mm, como no caso apresentado, geralmente não necessitam de tratamento cirúrgico imediato a menos que haja fatores de risco adicionais, como a presença de litíase biliar (pedras na vesícula), que podem aumentar o risco de complicações e justificar a colecistectomia. A alternativa A está incorreta, pois não há indicação de colecistectomia apenas pelo pólipo de 3 mm. A alternativa B é incorreta, pois é improvável que um pólipo de 3 mm cause dor significativa. A alternativa D está incorreta, pois pólipos menores que 10 mm ainda requerem acompanhamento periódico. Finalmente, a alternativa E está incorreta, pois pólipos de 3 mm são considerados de baixo risco para complicações como colecistite aguda. Assim, a presença de litíase biliar associada seria o fator chave que indicaria uma intervenção cirúrgica neste cenário, justificando a resposta correta como sendo a alternativa C.

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