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Q2541143 Medicina
Em avaliação de paciente com anemia macrocítica, não se impõe como uma provável hipótese diagnóstica: 
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Tema central: anemia macrocítica (VCM > 100 fL) e seu diagnóstico diferencial. As principais causas dividem-se em: megaloblásticas (deficiência de vitamina B12 e ácido fólico, por defeito na síntese de DNA) e não megaloblásticas (álcool/cirrose, hipotireoidismo, drogas, mielodisplasia), sem hipersegmentação de neutrófilos.

Alternativa correta: Beta talassemia minor não é causa provável de anemia macrocítica. Pelo contrário, cursa tipicamente com microcitose (VCM baixo), muitas vezes desproporcional à hemoglobina, com contagem de eritrócitos normal/alta, RDW geralmente normal, e HbA₂ aumentada na eletroforese. Índice de Mentzer < 13 sugere talassemia. Portanto, em um paciente com VCM elevado, a talassemia menor deve ser descartada do diagnóstico diferencial inicial (Harrison’s; UpToDate).

Por que as demais opções fazem sentido na macrocitose?

Deficiência de ácido fólico: causa anemia megaloblástica com macrócitos, neutrófilos hipersegmentados, LDH e bilirrubina indireta elevadas. Homocisteína ↑ e ácido metilmalônico normal. Comum em alcoolismo, desnutrição, gestação ou uso de metotrexato/fenitoína. Responde à reposição de folato (evitar repor se houver suspeita de deficiência de B12 sem investigá-la).

Deficiência de vitamina B12: também megaloblástica. Diferença-chave: ácido metilmalônico ↑ e risco de neuropatia (parestesias, ataxia). Causas: anemia perniciosa, ressecção ileal, doença de Crohn, metformina. Diagnóstico com B12 sérica, MMA e homocisteína (UpToDate/OMS).

Cirrose hepática alcoólica: macrocitose não megaloblástica por alteração lipídica da membrana e efeito tóxico do álcool; pode haver macrócitos redondos e células-alvo. A macrocitose pode ocorrer mesmo sem anemia. GGT elevada e estigmas de doença hepática ajudam.

Mielodisplasia: síndrome clonal da medula em idosos com macrocitose, citopenias e displasia hematopoética. Diagnóstico por mielograma/biópsia com alterações morfológicas e cariotípicas. Importante lembrar no diferencial quando B12/folato são normais (Harrison’s).

Estratégia para a prova: viu VCM alto? Pense primeiro em B12/folato (megaloblástica) e em álcool/cirrose, hipotireoidismo, MDS, drogas (não megaloblástica). Pegadinha clássica: talassemias causam microcitose, não macrocitose. Confirme com HbA₂.

Confirmação diagnóstica em macrocitose: hemograma com VCM, periférico (hipersegmentação), dosagem de B12/folato, MMA e homocisteína, função hepática/TSH; se suspeita de MDS, mielograma.

Referências essenciais: Harrison’s Principles of Internal Medicine; UpToDate (Evaluation of macrocytosis; Megaloblastic anemia); Diretrizes OMS sobre deficiências de micronutrientes.

Gabarito: B – Beta talassemia minor.

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Na avaliação de um paciente com anemia macrocítica, as causas mais comuns incluem deficiência de ácido fólico, deficiência de vitamina B12, cirrose hepática alcoólica e mielodisplasia, todas elas levando a um aumento do volume corpuscular médio (VCM) das hemácias. A beta talassemia minor, por outro lado, é caracterizada por uma anemia microcítica, onde o VCM é reduzido devido à produção inadequada de hemoglobina. Portanto, entre as opções fornecidas, a beta talassemia minor (alternativa B) não se encaixa como uma provável hipótese diagnóstica para anemia macrocítica, justificando assim a resposta correta ser a alternativa B.
Na avaliação de um paciente com anemia macrocítica, as causas mais comuns incluem deficiência de ácido fólico, deficiência de vitamina B12, cirrose hepática alcoólica e mielodisplasia, todas elas levando a um aumento do volume corpuscular médio (VCM) das hemácias. A beta talassemia minor, por outro lado, é caracterizada por uma anemia microcítica, onde o VCM é reduzido devido à produção inadequada de hemoglobina. Portanto, entre as opções fornecidas, a beta talassemia minor (alternativa B) não se encaixa como uma provável hipótese diagnóstica para anemia macrocítica, justificando assim a resposta correta ser a alternativa B.
Na avaliação de um paciente com anemia macrocítica, as causas mais comuns incluem deficiência de ácido fólico, deficiência de vitamina B12, cirrose hepática alcoólica e mielodisplasia, todas elas levando a um aumento do volume corpuscular médio (VCM) das hemácias. A beta talassemia minor, por outro lado, é caracterizada por uma anemia microcítica, onde o VCM é reduzido devido à produção inadequada de hemoglobina. Portanto, entre as opções fornecidas, a beta talassemia minor (alternativa B) não se encaixa como uma provável hipótese diagnóstica para anemia macrocítica, justificando assim a resposta correta ser a alternativa B.
Na avaliação de um paciente com anemia macrocítica, as causas mais comuns incluem deficiência de ácido fólico, deficiência de vitamina B12, cirrose hepática alcoólica e mielodisplasia, todas elas levando a um aumento do volume corpuscular médio (VCM) das hemácias. A beta talassemia minor, por outro lado, é caracterizada por uma anemia microcítica, onde o VCM é reduzido devido à produção inadequada de hemoglobina. Portanto, entre as opções fornecidas, a beta talassemia minor (alternativa B) não se encaixa como uma provável hipótese diagnóstica para anemia macrocítica, justificando assim a resposta correta ser a alternativa B.
Na avaliação de um paciente com anemia macrocítica, as causas mais comuns incluem deficiência de ácido fólico, deficiência de vitamina B12, cirrose hepática alcoólica e mielodisplasia, todas elas levando a um aumento do volume corpuscular médio (VCM) das hemácias. A beta talassemia minor, por outro lado, é caracterizada por uma anemia microcítica, onde o VCM é reduzido devido à produção inadequada de hemoglobina. Portanto, entre as opções fornecidas, a beta talassemia minor (alternativa B) não se encaixa como uma provável hipótese diagnóstica para anemia macrocítica, justificando assim a resposta correta ser a alternativa B.

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