A farmacologia odontológica envolve a escolha racional de fá...
I. Em pacientes com insuficiência hepática, a prescrição de paracetamol exige cautela, devido ao risco de hepatotoxicidade associado ao acúmulo de metabólitos tóxicos.
II. Antiinflamatórios não esteroidais (AINEs), como o ibuprofeno, são preferíveis em pacientes com úlcera péptica ativa, pois não interferem na integridade da mucosa gástrica.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
Gabarito comentado
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Gabarito: A
Fundamento decisivo: O critério que resolve a questão é reconhecer dois perfis farmacológicos clássicos: o paracetamol depende de metabolismo hepático e, diante de insuficiência hepática, exige cautela pelo risco de hepatotoxicidade; já os AINEs, como ibuprofeno, inibem prostaglandinas gastroprotetoras e, em úlcera péptica ativa, não são preferíveis porque podem agravar a lesão e o sangramento. Com isso, a assertiva I é verdadeira e a II é falsa.
- Quando aparecer insuficiência hepática, revise se o fármaco depende de metabolismo hepático e se há metabólito tóxico relevante; isso já pode tornar correta a ideia de cautela.
- Em doença ulcerosa ativa, AINE não deve ser visto como opção preferível, porque sua inibição de prostaglandinas compromete a proteção da mucosa gástrica.
- Leia com atenção palavras decisivas como 'preferíveis' e 'cautela': na I, 'cautela' está adequada; na II, 'preferíveis' contradiz o mecanismo farmacológico.
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