Reuniões realizadas por Volodymyr Zelensky em Londres e Bru...
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Gabarito comentado
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Gabarito: D
Fundamento decisivo: O ponto decisivo era identificar qual alternativa refletia a articulação europeia descrita nas reuniões de Londres e Bruxelas: apoio à Ucrânia, garantias de segurança como elemento central e participação de Kiev nas tratativas, o que afasta as opções que falam em neutralidade, protagonismo russo ou aceitação de cessões territoriais amplas.
- Em questões de atualidades diplomáticas, identifique primeiro se o ator citado aparece como apoiador, neutro ou concessivo; aqui, a Europa aparece como apoiadora da Ucrânia.
- Quando a base mencionar garantias de segurança e presença do país afetado nas negociações, descarte alternativas que falem em exclusão desse país ou neutralidade sobre os termos da paz.
- Desconfie de alternativas que inserem organismos ou protagonismos não alinhados ao bloco mencionado; aqui, OTSC e Rússia destoam da articulação europeia descrita.
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A alternativa CORRETA é a D:
D
Líderes europeus manifestaram apoio à Ucrânia ao recusarem pressão por concessões territoriais amplas e defenderem que qualquer arranjo de paz inclua garantias de segurança robustas e participação ativa de Kiev nas decisões.
Em reuniões em Londres e Bruxelas em 2025, representantes europeus, como Reino Unido, França, Alemanha e outros países da UE, reforçaram apoio à Ucrânia, insistindo que qualquer processo de paz não deve simplesmente aceitar concessões territoriais ou impor soluções sem Kiev e que garantias de segurança fortes e papel ativo da Ucrânia são essenciais para um acordo justo.
A — Apesar de alguns líderes discutirem pressões e propostas, os europeus não advogaram aceitar imediatamente um plano que enfatizasse amplas cessões territoriais, e sim defenderam a soberania ucraniana e garantias sólidas de segurança.
B — A União Europeia e aliados europeus não propuseram substituir o plano norte-americano por uma iniciativa liderada pela OTSC (Organização do Tratado de Segurança Coletiva) com protagonismo da Rússia; isso seria contrário aos interesses europeus e da própria Ucrânia.
C — A União Europeia não declarou neutralidade; pelo contrário, reafirmou apoio político e militar à Ucrânia, discutiu segurança coletiva e deixou claro que as fronteiras não devem ser alteradas pela força.
E — As chancelarias europeias não condicionaram a manutenção das sanções à aprovação rápida do plano priorizando alívio econômico sobre integridade territorial; em vez disso, mantiveram sanções como instrumento de pressão sobre a Rússia e defenderam a integridade territorial ucraniana.
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