Reuniões realizadas por Volodymyr Zelensky em Londres e Bru...

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Q3839586 Atualidades
Reuniões realizadas por Volodymyr Zelensky em Londres e Bruxelas em 2025 envolveram líderes europeus na discussão sobre o plano de paz impulsionado pelos Estados Unidos para a guerra na Ucrânia. Considerando a posição europeia nessas articulações, assinale a afirmação CORRETA.
Alternativas

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Gabarito: D

Fundamento decisivo: O ponto decisivo era identificar qual alternativa refletia a articulação europeia descrita nas reuniões de Londres e Bruxelas: apoio à Ucrânia, garantias de segurança como elemento central e participação de Kiev nas tratativas, o que afasta as opções que falam em neutralidade, protagonismo russo ou aceitação de cessões territoriais amplas.

Tema central: posição europeia sobre a Ucrânia
Análise das alternativas
A
Errada
Está errada porque atribui ao eixo Reino Unido-França-Alemanha uma defesa de aceitação imediata do plano norte-americano com ampla cessão territorial como condição para manter ajuda militar. A base afirma o contrário em termos objetivos: a ênfase europeia foi apoio a Kiev, paz com garantias de segurança e participação ucraniana, não pressão por ampla cessão territorial.
B
Errada
Está errada porque introduz uma iniciativa liderada pela Organização do Tratado de Segurança Coletiva e protagonismo russo nas garantias de segurança, elementos incompatíveis com a posição europeia descrita. A base é expressa em afastar esse cenário: não houve proposta europeia desse tipo.
C
Errada
Está errada porque fala em neutralidade da União Europeia e limitação a compromissos humanitários. Isso confronta diretamente a base, segundo a qual as reuniões trataram justamente de garantias de segurança, condições políticas da paz e presença de Ucrânia e Europa nas negociações.
D
Certa
A alternativa D corresponde à linha europeia indicada na base: apoio político à Ucrânia, defesa de garantias de segurança robustas e participação ativa de Kiev nas decisões sobre qualquer arranjo de paz. Esse conjunto exclui as demais opções, porque a posição europeia não foi de neutralidade, nem de substituição por liderança russa, nem de aceitação imediata de ampla cessão territorial, nem de barganha por sanções em troca de aprovação rápida do plano.
E
Errada
Está errada porque afirma que os europeus condicionaram sanções à aprovação rápida do plano e priorizaram alívio econômico sobre a integridade territorial ucraniana. A base não dá suporte a isso e aponta a direção oposta: sustentação política e estratégica da Ucrânia, sem barganha por relaxamento de sanções.
Pegadinha da questão
A confusão real era tratar disposição europeia para discutir paz como se fosse aceitação de concessões territoriais amplas ou neutralidade diplomática, quando a base mostra defesa de garantias de segurança e participação de Kiev.
Dica para questões semelhantes
  • Em questões de atualidades diplomáticas, identifique primeiro se o ator citado aparece como apoiador, neutro ou concessivo; aqui, a Europa aparece como apoiadora da Ucrânia.
  • Quando a base mencionar garantias de segurança e presença do país afetado nas negociações, descarte alternativas que falem em exclusão desse país ou neutralidade sobre os termos da paz.
  • Desconfie de alternativas que inserem organismos ou protagonismos não alinhados ao bloco mencionado; aqui, OTSC e Rússia destoam da articulação europeia descrita.

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 A alternativa CORRETA é a D:

D

Líderes europeus manifestaram apoio à Ucrânia ao recusarem pressão por concessões territoriais amplas e defenderem que qualquer arranjo de paz inclua garantias de segurança robustas e participação ativa de Kiev nas decisões.

Em reuniões em Londres e Bruxelas em 2025, representantes europeus, como Reino Unido, França, Alemanha e outros países da UE, reforçaram apoio à Ucrânia, insistindo que qualquer processo de paz não deve simplesmente aceitar concessões territoriais ou impor soluções sem Kiev e que garantias de segurança fortes e papel ativo da Ucrânia são essenciais para um acordo justo.

A — Apesar de alguns líderes discutirem pressões e propostas, os europeus não advogaram aceitar imediatamente um plano que enfatizasse amplas cessões territoriais, e sim defenderam a soberania ucraniana e garantias sólidas de segurança.

B — A União Europeia e aliados europeus não propuseram substituir o plano norte-americano por uma iniciativa liderada pela OTSC (Organização do Tratado de Segurança Coletiva) com protagonismo da Rússia; isso seria contrário aos interesses europeus e da própria Ucrânia.

C — A União Europeia não declarou neutralidade; pelo contrário, reafirmou apoio político e militar à Ucrânia, discutiu segurança coletiva e deixou claro que as fronteiras não devem ser alteradas pela força.

E — As chancelarias europeias não condicionaram a manutenção das sanções à aprovação rápida do plano priorizando alívio econômico sobre integridade territorial; em vez disso, mantiveram sanções como instrumento de pressão sobre a Rússia e defenderam a integridade territorial ucraniana.

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