Quanto ao uso da crase em “Com a ampliação de produtos à di...
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Educação Ambiental: o caminho para a conscientização
Por Recicloteca
Para entendermos o que é Educação Ambiental, temos de voltar um pouquinho no tempo a fim de compreendermos a sua importância na nossa vida atual. No mundo pós Segunda Guerra Mundial, ocorreu uma explosão econômica, muito em virtude das novas tecnologias advindas das pesquisas militares para o conflito. A relativa paz e prosperidade econômica, sobretudo nos países mais desenvolvidos, trouxe um aumento populacional e, por conseguinte, uma explosão demográfica e urbana, gerando uma constante necessidade de abastecimento dessa população. Ao longo dos anos, o aumento da exploração das reservas naturais, bem como o aumento exponencial do consumo traduzido na nova sociedade, começou a resultar em problemas ambientais graves, criando, assim, um alerta nos líderes mundiais em relação ao meio ambiente, principalmente na relação homem versus natureza.
Em 1972, temos a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano, conhecida, também, por Conferência de Estocolmo, em que, pela primeira vez, a comunidade internacional se reuniu sob a coordenação das Nações Unidas para discutir a degradação ambiental e formas de minimizar esse impacto para o desenvolvimento econômico racional e equilibrado; surgem, nesse contexto, os primórdios do que conhecemos hoje sobre sustentabilidade.
[...]
A Educação Ambiental foi instituída e regulamentada pela Lei nº 9.795, de 1999, que definia como deveria ser trabalhada e incentivada pelo poder público, assim como instituiu a Política Nacional de Educação Ambiental. Logo no primeiro artigo, temos a Educação ambiental definida: “Entendem-se por educação ambiental os processos por meio dos quais o indivíduo e a coletividade constroem valores sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e competências voltadas para a conservação do meio ambiente, bem de uso comum do povo, essencial à sadia qualidade de vida e sua sustentabilidade”.
[...]
Atualmente, vivemos em um mundo cada vez mais globalizado, populoso e urbano, onde surgem, a todo momento, novas tecnologias que impulsionam todos os mercados. Todavia, essas indústrias necessitam cada vez mais de insumos à produção (fontes de energia e matérias-primas) para a ampliação do mercado consumidor e aumento da competitividade no setor.
O aumento de insumos gera uma demanda crescente em que o meio ambiente sofre com as explorações deveras desenfreadas, tendo, por fim, de abastecer essas indústrias. Assim, cria-se um desequilíbrio na balança da exploração do meio ambiente. Com a ampliação de produtos à disposição da população, aumenta-se, também a nível exponencial a todo ano, o descarte de lixo, acarretando o manejo, o tratamento e a destinação incorreta desse material, sobretudo em áreas mais periféricas.
A Educação Ambiental é inserida nesse contexto como instrumento de conscientização para minimizar o impacto das ações antrópicas no meio ambiente, ao mesmo tempo em que desperta o interesse para a questão ambiental e busca novas reflexões sobre a relação entre o homem e a natureza.
Adaptado de: https://www.recicloteca.org.br/educacao-ambiental/o-que-e-educacao-ambiental/. Acesso em: 3 jun. 2025.
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Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/17521886046407954/. Acesso em: 3 jun. 2025.
Comentários
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Há situações em que a crase é fixa, por fazer parte da estrutura em que se insere, é o caso da locução prepositiva feminina "à disposição".
• As locuções prepositivas femininas apresentam esta estrutura: à + substantivo feminino + de.
EX: Estou à disposição de todos.
GAB: E
BIZU → quando puder trocar o “A” por uma MASCULINA correspondente “AO”, vai ter crase antes do termo feminino.
EX.: Eu me referi ao aluno → eu me referi à aluna
Era suscetível aos distúrbios → era suscetível às doenças infecciosas.
Agora pegando o exemplo da questão:
“Com a ampliação de produtos à disposição da população [...]”
Aplicando o bizu ficaria assim: "com a ampliação de produtos ao meio-ambiente"
RESUMINDO: se na frase tiver crase, é só trocar a crase por "AO", se couber e fizer sentido, crase há :)
troca o À por AO e uma palavra masculina e se fizer sentido haverá crase obrigatória
abraços
E
A crase e obrigatoria no trecho pois ocorre a fusao da preposicao a exigida pela estrutura com o artigo feminino que antecede o substantivo em locucao adverbial feminina de modo. A A erra pois a preposicao integra a locucao, a B falha ja que a regencia aceita a construcao, a C peca pois o termo exige artigo determinado feminino, a D incorre em desvio visto que a regra nao e opcional por se tratar de expressao fixa feminina corporificada no texto.
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