Mulher de 45 anos, vítima de trauma de alta
energia, chega ao pronto atendimento com fraturas
pélvicas instáveis, hipotensão persistente e
necessidade contínua de transfusão. O exame
FAST não evidencia líquido livre intra-abdominal.
Após estabilização inicial, a tomografia
computadorizada com contraste demonstra
extravasamento de contraste em território arterial
pélvico, sem outras fontes de sangramento
identificáveis.
Considerando o manejo atual do choque
hemorrágico de origem pélvica, o próximo passo
mais adequado é