Durante uma investigação conduzida pela vigilância de zoono...
Próximas questões
Com base no mesmo assunto
Ano: 2026
Banca:
Ápice Consultoria
Órgão:
Prefeitura de Assunção - PB
Prova:
Ápice Consultoria - 2026 - Prefeitura de Assunção - PB - Médico Veterinário |
Q4288265
Veterinária
Durante uma investigação conduzida pela
vigilância de zoonoses, um morcego não
hematófago foi encontrado vivo no interior de uma
residência, apresentando dificuldade de voo e
atividade em horário diurno. Um cão com
vacinação antirrábica atualizada teve contato oral
com o morcego. Ao tentar separar os animais, o
tutor manipulou o quiróptero sem equipamentos
de proteção, mas não identificou mordedura ou
arranhadura. O morcego morreu e foi mantido
disponível para análise. Analise as afirmativas a
seguir:
I. O comportamento atípico do morcego constitui critério de suspeição para raiva, independentemente de seu hábito alimentar, pois espécies hematófagas e não hematófagas podem participar da manutenção e transmissão do vírus.
II. A ausência de mordedura ou arranhadura visível não exclui a exposição humana, uma vez que o contato da saliva do animal suspeito com mucosas ou pele não íntegra também pode configurar exposição ao vírus.
III. O morcego deve ser encaminhado inteiro, sob refrigeração e devidamente acondicionado, ao laboratório de referência, onde amostras do sistema nervoso central poderão ser submetidas à imunofluorescência direta e a métodos complementares
IV. O histórico vacinal atualizado do cão deve ser considerado na definição da conduta, mas não dispensa a comunicação do contato nem a avaliação do animal pelo serviço veterinário responsável.
V. A observação do morcego por dez dias constitui conduta suficiente para descartar a infecção, aplicando-se a ele o mesmo protocolo de observação utilizado para cães e gatos agressores.
Após análise, conclui-se que está correto o que se afirma em:
I. O comportamento atípico do morcego constitui critério de suspeição para raiva, independentemente de seu hábito alimentar, pois espécies hematófagas e não hematófagas podem participar da manutenção e transmissão do vírus.
II. A ausência de mordedura ou arranhadura visível não exclui a exposição humana, uma vez que o contato da saliva do animal suspeito com mucosas ou pele não íntegra também pode configurar exposição ao vírus.
III. O morcego deve ser encaminhado inteiro, sob refrigeração e devidamente acondicionado, ao laboratório de referência, onde amostras do sistema nervoso central poderão ser submetidas à imunofluorescência direta e a métodos complementares
IV. O histórico vacinal atualizado do cão deve ser considerado na definição da conduta, mas não dispensa a comunicação do contato nem a avaliação do animal pelo serviço veterinário responsável.
V. A observação do morcego por dez dias constitui conduta suficiente para descartar a infecção, aplicando-se a ele o mesmo protocolo de observação utilizado para cães e gatos agressores.
Após análise, conclui-se que está correto o que se afirma em: