Ao atualizar seu planejamento estratégico, um órgão público ...
Um dos motivos que levou a essa decisão foi que os órgãos públicos:
- Gabarito Comentado (1)
- Aulas (2)
- Comentários (4)
- Estatísticas
- Cadernos
- Criar anotações
- Notificar Erro
Gabarito comentado
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Gabarito: E
Fundamento decisivo: A decisão dependia de reconhecer que, no órgão público, a lógica concorrencial de Porter não se completa com a força dos produtos substitutos em sentido de mercado.
- Quando a questão mencionar Porter, verifique primeiro se o contexto é de competição setorial de mercado; sem essa lógica, a ferramenta pode perder aderência.
- Não trate usuário de serviço público como cliente em sentido mercadológico sem que a questão dê esse passo expressamente.
- Separe contratação pública de dinâmica concorrencial: licitação não equivale a barreira de entrada no mercado.
- Se uma alternativa apontar força competitiva típica de mercado, confira se ela existe no caso concreto no sentido concorrencial, não apenas de forma superficial.
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Comentários
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GABARITO: E
No setor público, não existe concorrência real de mercado como no setor privado.
Exemplo:
Um órgão como o INSS não “perde clientes” para outro órgão concorrente. A emissão de RG, CPF, ou serviços públicos essenciais não tem substituto competitivo real.
❌ Por que as outras estão erradas?
A) possuem objetivo de lucro
❌ Errado — órgão público não busca lucro, mas interesse público
B) competem entre si por clientes
❌ Errado — não há competição entre órgãos públicos nesse sentido
C) estão sujeitos à influência da competição dos fornecedores
❌ Até existe relação com fornecedores, mas não é “competição de mercado” como Porter analisa
D) determinam a entrada de novos entrantes por meio das licitações
❌ Licitação não é “entrada no mercado” competitivo — é só contratação pública
Ideia central do modelo de Porter:
funciona bem no setor privado.
tem limitações no setor público.
A alternativa correta é:
E) não estão sujeitos a produtos substitutos no sentido competitivo.
O modelo das 5 Forças de Michael Porter foi criado para analisar empresas em ambientes competitivos de mercado, onde há:
- concorrência direta,
- disputa por clientes,
- pressão por lucro.
Já os órgãos públicos, em regra:
- não competem por clientes,
- não visam lucro,
- e muitas vezes possuem monopólio legal sobre determinados serviços.
Por isso, uma das forças — ameaça de produtos substitutos — não se aplica adequadamente, já que o cidadão não pode simplesmente “trocar” o serviço público por outro concorrente (ex: emissão de RG, atuação do Judiciário, etc.).
A questão trata da ferramenta de planejamento estratégico, chamada Forças Competitivas ou Porter
Trata de poder de barganha (fornecedores e clientes)
Ameaças de produtos substitutos
Ameaças de novos entrantes no mercado
Rivalidade entre os concorrentes
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