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Q3770020 Odontologia
Marque o anestésico que durante o procedimento de anestesia possui potencial maior em provocar a intercorrência parestesia.
Alternativas

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Gabarito: D

Fundamento decisivo: O critério que decide a questão é a associação farmacológica clássica entre anestésico local e parestesia em Odontologia. Como o enunciado pede, sem detalhar técnica, dose ou nervo-alvo, qual agente tem maior potencial de provocar essa intercorrência, a prilocaína é a alternativa tradicionalmente mais associada à parestesia entre as opções apresentadas, o que conduz ao item D.

Tema central: Parestesia por anestésico local
Análise das alternativas
A
Errada
Bupivacaína está errada porque seu destaque farmacológico é a longa duração de ação, e esse atributo não é o critério pedido. A base afirma que ela não é a opção classicamente mais associada à parestesia quando comparada à prilocaína. Confundir maior potência ou maior tempo anestésico com maior associação a lesão sensitiva pós-anestésica leva ao erro.
B
Errada
Lidocaína está errada porque, embora seja anestésico amplamente utilizado, a frequência de uso não define maior propensão intrínseca à parestesia no padrão cobrado pela questão. A associação clássica ensinada para essa intercorrência, entre as alternativas apresentadas, recai sobre a prilocaína, não sobre a lidocaína.
C
Errada
Mepivacaína está errada porque seu perfil clínico não a coloca, de forma tradicional, como a mais vinculada à parestesia entre os anestésicos listados. Características como uso clínico específico ou menor vasodilatação não substituem o critério decisivo da questão, que é a associação clássica entre agente anestésico e intercorrência neurossensorial.
D
Certa
A prilocaína é a alternativa sustentada pela associação clássica cobrada em Anestesiologia odontológica entre determinado anestésico local e maior ocorrência de parestesia pós-anestésica. A questão não está comparando potência, duração ou uso rotineiro, mas sim o perfil de intercorrência neurossensorial. Embora a parestesia seja multifatorial e também envolva trauma mecânico e possível neurotoxicidade local, entre os fármacos listados a prilocaína é a opção tradicionalmente vinculada a maior risco relativo dessa complicação em provas de Odontologia.
Pegadinha da questão
A banca explora a confusão entre propriedades gerais do anestésico, como duração de ação ou familiaridade clínica, e a intercorrência específica cobrada, que é a associação clássica com parestesia. Também induz ao erro quem esquece que a parestesia é multifatorial, mas que a pergunta quer o anestésico mais associado, não a causa única do evento.
Dica para questões semelhantes
  • Se a pergunta citar parestesia após anestesia local, procure a associação farmacológica clássica do agente com intercorrência neurossensorial, e não potência ou duração.
  • Sem cenário clínico detalhado, a decisão costuma depender do vínculo tradicionalmente ensinado entre o fármaco e o evento adverso.
  • Não confunda parestesia com alergia, toxicidade sistêmica aguda ou outros efeitos adversos específicos do anestésico.
  • Lembre que a parestesia é multifatorial, mas, em prova objetiva, o item correto costuma ser o anestésico classicamente mais associado ao evento.

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Articaína e Prilocaína são os amestésicos com maior risco.

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